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31 July 2009

Escritos de Fernando Pessoa são tesouros nacionais


O Governo classificou os documentos de Fernando Pessoa, quanto a mim o melhor escritor da língua portuguesa de sempre, como tesouro nacional. Alguém discorda?


O amor é uma companhia

O amor é uma companhia.

Já não sei andar só pelos caminhos,

Porque já não posso andar só.

Um pensamento visível faz-me andar mais depressa

E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.

Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.

E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.

Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.

Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.

Todo eu sou qualquer força que me abandona.

Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.

30 July 2009

Jogo - Prototype


Prototype é um jogo demente. Adoro. Impagável a forma como Alex plana, poisando em helicópteros, tanques ou em cima dos inimigos destruindo e matando com as suas mãos.

28 July 2009

Cinema - Bruno


Depois de Ali G e Borat, Sacha Baron Cohen, provocador comediante britânico regressa com uma nova personagem: Bruno.

Bruno é um gay austríaco viciado em moda e, cuja única ambição na vida é ser famoso. Como em Borat, Cohen faz um muckmentary que pretende mostrar a estupidez americana e, desta vez mostrar os absurdos da homofobia. É divertido vê-lo entrevistar uma modelo que diz ter um profissão difícil porque tem que...andar na passarelle, vê-lo a conversar com um Padre que coverte gays em hetero ou com duas conselheiras que lhe dizem para se associar à causa do Dafar que é algures no Iraque...

A fita é uma parvoíce pegada que nos arranca algumas gargalhadas mas, em geral é muito mais fraco do que já vimos nas obras anteriores de Cohen.

27 July 2009

OC - Um guilty pleasure, com mais pleasure do que guilty


Nos EUA, no coração da Califórnia, esse magnífico estado do sol, surfistas e raparigas de bikini, fica Orange County, um edílico condado onde se passa a história de OC, que em português tem o subtítulo de Na terra dos ricos.
É em Newport (uma Cascais à americana e em ponto muito maior) que encontramos os Cohen, os Nicholl, os Roberts, os Cooper e um Atwood. O Atwood é Ryan, um deliquente que um dia ajuda o irmão a roubar um carro e vai parar à prisão, com uma mãe alcoólica e o irmão que já percebemos que não é um exemplo o jovem parece ser um caso perdido não fosse deparar-se com o advogado Sandy Cohen que, vê nele um bom coração e vês nas suas notas escolares uma inteligência que não se pode perder. Sandy , uma das melhores personagens da série, resolve levar o rapaz para a terra dos sonhos e coloca-o a viver na sua casa da piscina, maior do que a casa onde Ryan vivia com a família.
O rapaz não tarda em conquistar a Sra Coen, o filho Cohen e a vizinha do lado, Marissa Cooper. Com tão arrebatadora chegada a Newport o loiro começa a fazer parte daquela nova vida. É à volta de Ryan que a série quer girar mas o interesse maior parece residir no facto do crescimento das outras personagens fazer com que Ryan nem sempre seja assim tão central como é suposto um protagonista ser.
OC, desprezado como uma telenovela para putos, é, afinal uma série bem escrita, bem realizada, com uma imagem com a leveza das praias e vida fácil mas também com o peso de suicídios, violações e outras questões bem menos cor-de-rosa do que seria de esperar.

Eixos de interesse:


A relação Marissa/Ryan – Ryan, o puto problemático, conhece a uptown girl, muito bonita, bem educada, bem vestida e com o inevitável namorado loiro e desportista mas, como convém nasce desde logo um amor que nunca é tranquilo. Ryan é atormentado pelo passado em Chino, pela ex-namorada, pela mãe, pelo irmão e pelo aparecimento de raparigas que não lhe resistem. Marissa é atormentada por um pai falido, uma mãe escaladora social, uma irmã rebelde, a tendência para cuidar de rapazes com problemas, abuso de drogas e álcool e uma série de tristezas que a invadem e a tornam numa das personagens mais complexas e interessantes da série (e não soap ópera).


Seth Cohen – Na primeira série Seth diz “Só estou aqui pelo comic relief”. E parece ser verdade. No meio do drama, Seth tem um estonteante humor. Antes de Ryan, durão, chegar à sua vida era apenas o nerd que era gozado. Com Ryan ninguém se mete com ele e passa a viver feliz com as suas paixões pela BD, vela e jogos de vídeo.
É também Ryan que lhe dá força para se declarar a Summer Roberts, a rapariga que ama desde sempre. Com Summer, após muito trabalho, vive uma engraçada relação, com altos e baixos, e, aos poucos, o dito palhaço , mostra também o seu lado sério de auto-procura e de homem com problemas.


Caleb Nicholl – O avó de Seth, pai de Kirsten e sogro de Sandy é um milionário sem grande tacto nem pudores. Interessa-lhe ganhar dinheiro e só a sua filha mais nova o derrete. Gostada família sem se dar e, desde a morte da mulher, colecciona mulheres mais jovens. Bom trabalho de actor.
Julie Cooper – Implacável “perua” deixa o marido quando ele já não tem dinheiro e procura novos(s) maridos apesar de, regressar a Jimmy como o amor da sua vida. Quer mandar na filha Marissa e parece não ser mulher de grandes princípios. Algures na segunda série revela-se como mulher forte e de bom fundo.

Jogo - Prototype


Eis o jogo de sonho para qualquer nerd como eu. Em Prototype para a PS3 encarnamos Alex Miller numa Nova Iorque contaminada por um estranho vírus. Depois é usar Alex (uma arma humana ao estilo de Wolwerine) para protagonizar épicas batalhas cheias de sangue. E é isto.

Livro - A história de Edgar Sawtelle


Oprah "A" apresentadora de talk shows americana apelidou este livro como o melhor romance que já leu. Confirmo que tem passagens lindissímas de uma escrita consistente e comovente. Tem também algumas passagens altamente maçadoras.

É-nos contada a história do avó de Edgar, do pai e do próprio Edgar como o título indica. Edgar é uma criança única que vive uma "aparente" vida de sonho na companhia dos pais e das dezenas de cães criados na sua quinta.

Até que um dia o pai de Edgar morre e, numa espécie de Hamlet, o nosso protagonista começa a ver o fantasma do pai e a relação da mãe com o tio...

Livro - Dicionário de Cinema para Snobs


David Kamps e Lawrence Levi apresentam-nos um muito cómico dicionário de realizadores, produtores, actores, géneros de cinema e expressões variadas do mundo da sétima arte. A piada está na forma como distingue os cinéfilos "normais" e os cinéfilos "snobs" que se julgam mais eruditos e entendidos e, a piada reside na batalha que gera em nós próprios a tentarmos perceber a que tipo pertencemos.
Para além da camada de piada existe um lição de cinema em textos curto e simples. Uma pequena delícia.

21 July 2009

Milfontes, Malhão e Aivados : Bronze em progresso




19 July 2009

Killers


Ia ao Super Bock Super Rock para ver The Killers. E, pouco mais havia para ver.

A simpática Brandie Carlile foi reptitiva, Mano Diao acelararam mas tinham pouco sumo e, Duffy apesar, de uma inegável grande voz mostrou-se sem sal.


Há meia-noite entraram The Killeres. "Olá, somos os Los Killers e, esta noite somos vossos". Assim arrancou um dos melhores concertos do Verão. Brandon Flowers e companhia proporcionaram um espectáculo mexido, colorido e muito Las Vegas. Os hits Human ou Spaceman foram desfilando para delírio de 32 mil pessoas até um grande final com "When we were young".

18 July 2009

Livro - Dívida de Sangue


Eis o segundo volume de True Blood, a saga que motivou a série do momento na HBO com Anna Paquin. Em Dívida de Sangue a telepata Sookie continua a sua conturbada relação amorosa com o vampiro Bill num mundo onde os vampiros são aceites na sociedade devido à descoberta japonesa de sangue sintético que mata a fome a estas criaturas.

Sookie e Bill vivem uma série de aventuras. Um livro leve e do fantástico. Giro.

Cinema - Harry Potter and the half blood prince


O novo filme de Harry Potter excluí aqueles que não são fiéis à saga. Não se preocupa minimamente em contextualizar quem não conhecia os livros e filmes e, começa a narrativa desta forma egoísta. Não defendo que haja um resumo do que se passou antes em cinco filmes mas, começar a contar este The half blood prince como se todos tivéssmos visto o capítulo cinco na noite anterior não me parece um bom pressuposto. Mas, é dificil ter as virtudes do novo Star Trek onde, mesmo quem nunca tinha mergulhado nesse universo percebeu tudo o que se contava no filme.


À parte desta limitação que não dá vontade aos "leigos" de descobrirem todo o mundo Potter para trás, o filme cumpre. Mostra Potter e amigos mais crescido e, mostra um mundo mais negro com os momentos decisivos a aproximarem-se.


Tem muita piada ver Potter adolescente a atraír as atenções femininas e a desenvolver a sua paixão imberbe por Ginny Wesley. Tem piada ver os exageros da relação de Ron e Lav quando Hermione é o terceiro vértice do triângulo amoroso. E, é este acordar para a vida adulta que tem mais piada nesta fita. De resto nada de novo. Apenas os maus a serem maus e os bons a serem bons num filme onde a magia acontece por pós de...efeitos especiais.

16 July 2009

Hoje estreia




15 July 2009

Michael


O pai de Michael Jackson, o temível Joe, que, tanto quanto parece (olhando para ele não duvido), foi a causa dos distúrbios mentais do artista quer a custódia dos três netos e fazer deles The Jackson Three. Esta família e, em especial este homem, não ganhou já suficiente dinheiro explorando os filhos, incluíndo Michael, que deu tudo à família tendo uma carreira desde os 5 anos?


Uma vez que estava fora de Portugal aproveito para criticar o espectáculo em que se tornou o memorial de Michael. Dançar e cantar à volta do caixão dourado do Rei da Pop? Sádico? Mórbido? Exploração do artista até à última?

Sentimentalismos...


Parte-me o coração ver ciclismo na TV. Agora está a decorrer o Tour mas, só me lembro do Avô Chaveiro Chaveiro, que gostava mais de ciclismo do que de futebol, e, da Avó Rosa que sonhava um dia acompanhar em caravana uma Volta a Portugal....

13 July 2009

Paris, uma análise - EuroDisney


Um dia interiro num mundo à parte onde não há lugar para outro sentimento que não a felicidade de criança.

Paris, uma análise - Transportes


Sujos. Mal frequentados. Mas rápidos e práticos.

Paris, uma análise - Cinema


Grandes cadeirões de veludo vermelho esperavam-me num belo cinema nos Campos Elísios onde vi a comédia do ano e, o filme do ano.

Paris, uma análise - Passeios


Que prazer fazer longos passeios à beira do Sena. Que prazer andar até mais não no luxo dos Campos Elísios.

Paris, uma análise - Comida


É boa. Haja dinheiro. Muito.

Paris, uma análise - Compras


Como FNACaolíco que sou adorei as FNAC de Paris. Na da Defense encontrei uma edição do livro Heroes 2 em capa dura a preço igual ao que cá custa a versão normal e ainda um goodie God of War. Na dos Campos Elísios emcontrei uma edição especial da mesma série Heroes três vezes mais barata do que em Portugal. Uma delícia.

Depois, para a roupa e tudo mais haja dinheiro que, oferta não falta.

Paris, uma análise - Museus











Em Paris há largas dezenas de museus.Escasseando o tempo optei pelos mais emblemáticos. Ao segundo dia em terras parisienses fui logo para a fila do Louvre. Por 9 euros entra-se no paraíso da arte. É especial ver a Mona Lisa, imponente numa parede só sua rodeada de centenas de pessoas, é especial ver a Vénus de Milo, é especial subir as escadarias que, no topo têm exposta a Vitória de Samotrácia. Mas, o Louvre vale desde logo pela vista de fora. A fabulosa e conhecida pirâmide é uma delicia arquitectónica, todo o edifício é um enorme palácio cuja fachada e recheio, sem contar com as peças de arte, já valeria a pena ver.
O Louvre divide-se em três gigantescas alas: Denon, Richeliu e Sylly. Ver todas em algumas horas é um desafio ao cansaço e à vista. Uma visita com a devida atenção a todas as peças demoraria cerca de dois meses. Eu fiz uma viagem de apenas quatro horas mas, saí esmagado e muito satisfeito.
O segundo museu mais conhecido é o D’ Orsay. Mais um grande e majestoso edifico onde os jovens da EU com menos de 25 anos nada pagam para entrar abrigam dezenas de imponentes esculturas (incluindo Rodin) e uma impressionante ala de Impressionistas. Que alegria é ver à distância de um palmo as obras de Manet, Monet, Degas, Cézanne, Toulose-Lautrec, Van Gogh ou Renoir.
Ali nos Campos Elísios ainda tive a sorte de ver uma exposição de Andy Warhol no Grand Palais. Um trabalho sobejamente conhecido, colorido e, com muitas obras tendo como modelos conhecidos actores como Clint Eastwood, cantoras como Debbie Harris (Blondie) ou anónimos. Um mestre contemporâneo após ter visto os mestres mais antigos.

12 July 2009

Cinema - Public Enemies


O filme de 2009. Michael Mann conta a história de John Dillinger, o famoso assaltante de bancos dos anos 30. Johnny Depp, fetiche de Tim Burton, desprende-se dos papeís loucos e alienados para encarnar um duro e determinado "gangster". E, nas mais de duas horas do filme Depp mostra porque é um dos mais talentosos actores da sua geração.

O outro é Christian Bale , que aqui faz de sagaz polícia. Deliciosa a primeira cena ao matar a tiro um bandido que não obedece à ordem para parar. Bale é chamado a Chicago para se tornar no arqui-rival de Dillinger perseguindo-o a qualquer custo.

Um grande filme dramático, de época e, de acção. Que bela cena de abertura na penitênciária, que belas perseguições automóveis, que belos assaltos a bancos e que maravilha aqueles tiroteios.

Cinema - A Ressaca


Que bem me soube ver este filme. Vi-o numa luxuosa sala dos Campos Elísios quando as pernas já me falhavam após um dia de intenso turismo.

O filme conta-nos a história de uma despedida de solteiro. O noivo leva os dois melhores amigos e o irmão da noiva até Las Vegas para uma noite louca. E, a noite é tão louca que, os três amigos acordam com o quarto cheio de galinhas, um tigre, muita sujidade e confusão e, sem o noivo...

A comédia do ano!

06 July 2009

Até já




Eu, autor do HaNormal vou de férias até ao fim da semana. No início da próxima terão aqui um guia de Paris. Au revoir

02 July 2009

Tourada


O Ministro (agora já ex-ministro) da Economia de Portugal no calor do debate parlamentar considerou que a melhor forma de responder às críticas do líder parlamentar do PCP era emitir um chifres com os dedos naquilo que se pode considerar como estando a chamar boi ao adversário político. Obviamente demitiu-se...

DVD - OC

OC (de Orange County, qualquer coisa como a Cascais dos EUA mas, maior e com muito mais dinheiro) foi um grande sucesso um pouco por todo o Mundo. Conta a história de Ryan (Benjamim McKenzie), um quase-deliquente que, o bondoso advogado Sandy Cohen (Peter Gallagher) adopta como seu filho após ver as condições de vida que o adolescente tinha em Chino (Chelas?). Abandonado pela mãe e com as más influências do irmão a vida de Ryan tinha tudo para correr mal não fosse Sandy perceber da bondade do jovem.
Ryan é um tipo especial que logo conquista o seu novo “irmão” Seth (um impagável Adam Brody), um divertido” cromo”sem amigos e nova mãe Kirsten (Kelly Rowan). Mas, o motivo de maior interesse acaba por ser a “girl of the next door” Marissa (Misha Barton). A relação de Ryan e Marissa está sempre no centro da acção ao longos das quatro temporadas.
A série resvala sempre para a narrativa de soap-opera teen numa espécie de Morangos com Açucar (em bom) e, constitui para muitos um “guilty plaisure”. Eu gostei muito e, estou a rever. Afinal de contas, é uma série fresca, jovem, desconplicada o suficiente para se ver após um dia de cansaço mas complicada o suficiente para não ser oca e, tem muitas americanas em bikini….

PS: Tem piada ver o misterioso e cruel Caleb Nicol (Alan Dale) como o homem mais rico da região num papel com algumas semelhanças com o de Charles Widmore em Lost.

FIA


É uma tradição com muitos anos. Vou com a tia Ché o primo Francisco à FIA. Visitamos os "stands" africanos e asiáticos e, vamos regateando bons preços para objectos de decorações, assessórios ou cadernos.

Não serei o cliente-tipo da feira mas, com meia duzia de notas das pequenas enchi a minha namorada de presentinhos exóticos e bonitos e, passei tempo de qualidade em família explorando o comércio de outras culturas.

Restaurante - Chopperia Vasco da Gama


Fui ontem, em má hora o decidi, jantar à Chopperia do Vasco da Gama. Acompanhado pela família escolhi um restaurante que não é, de todo, dos mais baratos. A escolha deveu-se ao estilo buffet, pensava eu que teria qualidade que, à partida seria mais rápido. Não foi.
Chegado ao restaurante, ninguém se ralou muito em vir ter comigo. Tive eu que ir perguntar onde me podia sentar, como funcionava o buffet e, ainda tive que ir quase até à cozinha buscar pratos. Depois comecei a servir-me de salada. Tive que esperar uns bons minutos para que o senhor que serve a carne se dignasse a ir fazer o seu trabalho.
Fui para a esplanada. Esperei 10 minutos para que me viessem perguntar se queria beber algo e, trazida a bebida, esperei mais 15 minutos pelo copo. O frango que escolhi era duro e com um olfacto atento percebia-se o cheiro a mofo. As batatas fritas eram, claramente o resto do almoço e, pareciam feitas de plasticina. A carne de vaca era duríssima.
Com já pouca paciência reclamei das batatas a uma senhora que foi “lá dentro” ver o que se passava e, até agora não voltou. Seguiu-se o processo habitual, após um dia de trabalho e de uma conta de 40 euros para pratos que, claramente não tinham qualidade, lá falei com o sub-gerente, gerente e assinei o livro cor-de-vinho.
Esperei pelo livro. Estava a ser usado e uma das empregadas dava-nos toda a razão com o ar resignado de quem está habituada a que isto aconteça todas as noites. Há sítios que não têm capacidade nem vontade de servir refeições. Que não o façam!