O caso Mateus

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O Gil Vicente inscreveu o jogador Mateus como profissional na Liga de Clubes. Fe-lo no entanto menos de um ano depois do jogador ter sido inscrito como amador, tal erro é punível com descida de divisão. Gil Vicente deveria estar a jogar na segunda divisão.
No entanto o Gil tem um novo estádio( caro) , novo simbolo, filosofia de chamar a si o povo de Barcelos e ainda uma decente equipa que conta com Carlitos e Nandinho( já jogaram no Benfica) ou ainda promessas como Bruno Tiago. O facto é simples: a descida de divisão corta o eminente crescimento do Gil.
O Gil erra ao não acatar a decisão de descer, erra ao recorrer aos tribunais civis e erra quando o seu presidente acusa o País de estar contra as boas gentes de Barcelos que não é burra.
o presidente do Gil dá ares de saloio e tem um complexo de inferioridade ninguém está contra Barcelos , terra de gente trabalhadora e de muitas qualidades, toda a gente está pela paz desportiva num País de casos. O gilinho desce e será muito bem vindo se subir com bom futebol e o estádio cheio com as boas gentes de Barcelos!
O Belenenses com naturalidade quer a vaga que lhe pertence e com naturalidade a terá.

O produto dos Media

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A jovem da fotografia é Natascha Kampusch, austriaca de 18 anos. Que tem isso de especial? Natascha foi raptada com 10 anos e fugiu com apenas 18!
Natascha é a estrela dos media na Austria dando entrevistas e sendo vistas como uma heroina, um poço de força a quemo destino deu a oportunidade de voltar a vida,
Sauda-se o seu regresso e força com que sobreviveu a 8 anos de violações e cativeiro mas o essencial aqui parece ser a necessidade de usar a história para vender informação e ganhar dinheiro á custa do sofrimento humano, esta é uma fórmula bem antiga mas continua a usar-se, temos todos muita pena mas todos fazemso de Natascha um produto de vouyerismo barato semelhante a uma simples novela.
Que falta dizer? Talvez que Natascha tem atrás de uma equipa de psicólogos que lhe ensinam o que dizer e aquilo que os media parecem querer ouvir. Aposto que daqui a pouco a jovem, sem o saber, escreverá um livro que será um sucesso pois as pessoas adoram casos da vida na primeira pessoa.
E depois? Quando Natascha for esquecida e se tornar numa jovem igual ás outras? Terá namorados depois de ser violada? Terá amigos depois de 8 anos sozinha? Amará a familia que a não viu crescer?
Que acontece aos produtos dos Media?

Ironia

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Steve Irwin, conhecida figura dos documentários sobre a vida animal morreu segunda feira.
Irwin era conhecido como caçador de crocodilos e lutava e dominva os mais perigosos e venenoso repteis nos seus habitat naturais.
Irwin foi fortemente criticado por etr alimnetado um jacaré tendo ao colo a sua filha de apenas tres meses.
Suprema a ironia de tão invulgar homem, desfiante de tão perigosos bichos ter sido morto por uma simles....carpa. Carpe diem..

O regresso

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O há normal regressou após uma pausa para a boémia. Toda a redação do blog(eu) tirou umas semanas de férias uma vez que não possuo net no lar e este cyber cafe de onde vos escrevo fechou. Assim e já que não podia escrever lá aproveitei o litoral alentejano.
Regresso depois de ter consumido 425 litros de cerveja e 12478 litros de vodka e de ter dado 1425 mergulhos estúpidos e 1 com estilo(ninguém viu).
Sejam bem vindo ao Há normal, season 2.

João Dias

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Obrigado, havia perdido a fé em pessoas de coração puro
Obrigado, perdoas as minhas falhas como se elas não existissem
Obrigado, deste me a blogsfera como se fosse tua
Obrigado, ofereces a tua casa todo o Verao e eu ainda não aceitei
Obrigado irmão

Eco(s) de imortalidade literária

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Baudolino-Umberto Eco


Eco é um consagrado autor italiano, escreveu o aclamado e adaptado O nome da rosa e ainda o interessante A ilha do dia antes e volta agora em grande com a aventura Baudolino.
Para os mais cultos e conhecedores Baudolino é uma aproximação a Candido de Voltaire quando Eco narra com candura as aventuras, é uma aproximação a O Principe de Maquiavel quando Baudolino tudo faz para manter e aumentar o poder do Imperador Frederico, é uma aproximação aos encatamentos do Senhor dos Aneis de Tolkien e no fundo Eco é uma lição de história e literatura.
Para os menos cultos ( mas igualmente inteligentes e iluminados) Baudolino narra os imaginarios proximos de Harry Potter e derivados mas narra com história e sem facilitismos.
Baudolino éum conjunto d eaventuras bem escritas , bem fundamentadas e acima de tudo divertidas que a literatura quer-se inteligentemente divertida.
Sou jovem é certo mas menos jovens concordam comigo em como Baudolino é umas das melhores aventuras jamais escritas.
Obrigado Eco

Vila power

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No sabado dia 22 o meu bro Fabio fez anos e eu esqueci-me, aqui em público peço perdão e mando um abraço ao Fábio do tamanho do mundo!

Elogio ao amor de MIGUEL ESTEVES CARDOSO

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Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

Escolher

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Para além do uso da razão o ser humano distingue-se dos animais pelo poder de escolha.
Simultaneamente o poder de escolher é a maior benção e a maior maldição do Homem.
Ao escolher tornamo-nos mini-deuses pois temos a ilusão de ser donos da nossa vida, é bom escolher a camisa que mais queremos usar ou escolher o que comer, num nível mais profundo temos a opção de escolher amigos e por vezes de esquecer as dores do passado, escolhi o meu curso, a minha roupa, a musica que estou a ouvir.
Sou por vezes Deus de mim ,mas também sei ser o meu Diabo.
Cada escolha tem a sua consequencia, se escolho comer fritos fico com mais colestrol se visto uma camisa rosa não agrado aquem não gosta de rosa e se, escolho fazer algo que magoa quem amo ou por quem tenho carinho então sofro a magoa de ferir essa(s) pessoas.Quem se magoa muitas vezes emigra para um sonho mais sorridente...
Eu, mini deus, escolho no meu poder não magoar com consciencia quem amo pois sendo eu mega diabolico tambem não mato a sede em dor.

Espaços e fronteiras

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em qualquer tipo de relação assume-se como essencial respeitar as fronteiras invisiveis.
Não se ve quanto espaço uma pessoa necessita, isso é algo que so o tempo e intução podem calcular, cada pessoa é o seu mundo e jamais esse mundo pode ser violado sob pena de se defender e, alguém em defesa do seu espaço é implacavel.
Assim em qualquer tipo de relação é necessario dar espaço para respirar , espaço para a solidão ou pra pensar, esse espaço é essencial a cada ser humano e esse espaço não é um capricho ´é uma questão de sobrevivencia e sanidade.eu que não vivo sem a minha solidão não posso jamais nem quero cortar a ninguem , muito menos a quem venero o seu espaço-cada pessoa tem que sonhar sozinha para decidir se quer acordar acompanhada....
A vida é um conjunto de percepções delicadas e fronteiras invisiveis e inviolaveis, eu que nada sei so posso respeitar o sorriso e a lagrima que cada um tras no peito....

O casamento

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Casamento-Nada mais natural do que querer estar com quem se ama 24h por dia, é uma vontade inexplicavel e irracional.
O casamenr«to não passou de moda e se há amor e uns trocos para uma casa e contas então o casamento é algo natural, casar com quem se ama não é perder a liberdade. Mas e aquela historia da sogra chata? da mulher se tornar gorda e chata? e que o casamento ´´e um fardo? é ilusao! Não existem casamentos falhados, existem é casamentos sem amor. Sim faço parte daqueles lamechas que acham piada a velhinhos de mão dada, acredito no casamento, estarei errado?

"Can´t buy me love"

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Já uma canção dos Beatles dizia que o dinheiro não pode comprar o amor, aliás o amor não pode ser comprado por nada e só nasce do acaso, destino ou sorte. O que me leva a chegar a esta percepção é um sentimento de que o beijo sincero supera o melhor de todos os presentes.
Deve dar se uma festa na cara ao de leve sentido o macio da pele e não comprar o ultimo cd da banda preferida de quem "nos gusta", deve sorrir-se e não ofercer flores e deve numa profundo suspiro ao escrever conquistar com carinho que o presente sem carinho não faz sentido.
O sentido da releção tá no carinho, tá no saber dar o sorriso certo naquele momento que parece tão errado, tá em abraçar quando faltam as forças e o sentido do amor parece-me estar em amar mesmo que ao longe, em amar mesmo sem o beijo ou abraço porque amar as vezes é estar longe para dar a outra pessoa distancia e porque o melhor beijo as vezes é o que não se dá e por vezes apesar da dor o amor é espera pelo abraço, as vezes o amor é abraçar sem a outra pessoa o sentir.às vezes o amor invisivel é o maior amor que se pode ter...

A dor

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A dor é uma palavra inventada para crescer. De manhã quando venho no metro pergunto-me quantas daquelas pessoas são felizes e quantas tem a dor a habita-las, a resposta é simples-todas. De uma maneira ou de outra toda a gente sofre e encerra em si uma dor. Ha tantas dores que não sei enumera-las mas acho que existem duas categorias: a dor fisica e a dor d`alma. A primeira pode matar e sem duvida é terrivel, as piores doenças atacam quer o sanguequer a carne sem piedade, a dor não conece piedade. A segunda é subtil por isso mais letal. A dor d`alma é subjectiva e por isso tem puderes para além a compreensão-esta dor mata sem sequer atacar uma unica célula.
A pior maneira de morrer é estar vivo

O tempo

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O tempo é a besta mais sádica do mundo. Quando se é feliz passa rápido, voando e fazendo a curva para lá da dor, quando sofremos o tempo para, não passa faz doer...O tempo é uma invenção do Diabo e o antidoto é viver.

Errar

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desde que eva comeu a maçã que o ser humano erra. Existem aqueles que não erram e não vivem, errando assim; existem o que pensam que não erram, errando assim; ha os que sabem que erram mas nada fazem para o mudar e por fim existem os que erram e tudo caem para mudar e corrigir-se.a percepção do erro é o inicio da feicidade e da felicidade só sei o inicio...