Comprar um livro que já se tem só porque é uma edição mais bonita

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Assim que me deu a “febre Watchmen” comprei um grande (e caro) livro sobre a história do “cimic”. Passados poucos dias vi o filme no Monumental numa sexta-feira à noite e adorei. Depois (este devia ter sido o primeiro passo) comprei o livro original e li-o. Passei para o coleccionismo nerd de figuras. Agora e, mesmo antes de comprar mais figuras e o álbum do filme não resisti ao comprar uma edição melhor do livro. É em português (ajuda em alguns pormenores), tem capa dura e tem escrito na dureza da capa “edição definitiva”. Uau. São coisas que só os amantes de livros podem perceber.

Dos livros...ao cinema

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Parece-me haver o sentimento generalizado de que, quando se lê um livro o filme do qual ele resulta nunca lhe faz justiça. Em parte é verdade. Duas ou três horas de fita por vezes não conseguem mostrar e contar tudo o que é escrito em 400 páginas. O que não obriga a que um filme não consiga captar o espírito do filme e, contar de forma eficaz a história em que se baseia.
Há grandes desilusões, isso não nego. O Código Da Vinci de Ron Howard transformou um livro divertido e cheio de ritmo numa fraca aventura mal explicada. V for Vendetta, apesar de eu até ter achado interessante, foi atacado até pelo próprio criador da história. Spirit, deste ano, podia ter ficado nos quadradinhos....
Por outro lado não nos podemos esquecer de casos de grande sucesso que só os fanáticos mais irracionais não reconhecem: O Nome da Rosa, O Senhor dos Anéis ou mais recentemente, e, muito a meu gosto Watchmen.
Considero portanto que o problema dos filmes que são adaptados a partir de livros nunca está no simples acto da passagem mas sim na competência de quem executa a obra. O problema será sempre de um mau argumentista, de um mau realizador e nunca do livro em questão.
Escrevo este post pensado em Anjos em Demónios que hoje vou ver. Sei que, se for mau, a culpa é tão-somente de Ron Howard e não da impossibilidade crónica de transformar papel em fita.

João

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Quero aqui dar os parabéns a um dos meus mais chegados e preciosos amigos. O João Dias faz hoje anos e hoje, como não o vou ver fica aqui o post de parabéns.
Conheci-o na UCP (na verdade, ele é capaz de ser a melhor coisa me lá me aconteceu...) e desde logo nos tornámos amigos. Conversas ao desafio sobre futebol, conversas mais sérias sobre cultura e religião, algumas piadas sobre universiárias. Foi com o João que mergulhei na blogosfera e foi o João que me criou o primeiro HaNormal.
Obrigado pela amizade e tudo mais. Parabéns!

Van Gogh meets Jeff Buckley

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Love, let me sleep tonight on you couch
And remember the smell of the fabric
Of your simple city dress

Ctpos Season III

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Adoro a nova série dos Comtemporâneos! Não me ria assim em português desde a série Lopes da Silva dos Gato Fedorento.

Prefiro o Nuno Lopes e o Bruno Nogueira a todos os outros mas este grupo vive de todos. Genial a recriação do documentário sobre a Maddie com Eduardo Madeira a fazer de Gonçalo Amaral. Genial a paródia à "Vida privada de Salazar" com Nuno Lopes a fazer de um Salazar que de quando em vez se esquecia do sotaque. Bom mas bom!

Hoje apetece-me dizer isto:

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Amo-te cada vez mais.

DVD - As bandeiras dos nossos pais / As cartas de Iwo Jima

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Duas obras primas de Clint Eastwood. A batalha pelo monte Iwo Jima no Japão da II GM. Num dos filmes a visão americana, no outro a japonesa. A Joana ofereceu-me hoje e vou rever. É obrigatório.

Que belo sábado!

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Já merecia um dia assim...Pela manhã recebi a visita do meu afilhado Francisco, seu irmão Rodrigo e toda a família e, com a minha namorada e a minha irmã fomos deliciar-nos com as maravilhas do Zoo. Do programa fizeram parte uma volta de teleférico e um belo piquenique ao sol.




Interrompi o passeio por razões de trabalho. Mas, um passeio num bonito eléctrico de 1939 por Cais do Sodré, Belém e Santo Amaro também não foi grande sacrificio...




Depois dois prazeres: encher-me de jornais e comprar mais uns DVD's para a coleção. Antes de ver o Sporting ganhar ainda tive a oportunidade de matar a fome com uma sandes que me estava mesmo, mesmo a apetecer. Um dia simples. Mas bom. Muito bom.

Marketing ou fome?

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Barack Obama e Joe Biden foram até um simples restaurante de W. DC porque ao presidente dos EUA apetecia-lhe um cheeseburger como almoço. Em tempo de crise Obama fez uma refeição barata, esperou na fila e insistiu em pagar (com gorjeta) e, ainda levou almoço para elementos do staff que ficaram a trabalhar na Casa Branca. Marketing ou fome?

Quote

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Michael Scott:
Ladies and gentleman, I have some bad news. Meredith was hit by a car.
Oscar:
Where?
Michael Scott:
It happened this morning in the parking lot. I took her to the hospital. And the doctors tried to save her, life, they did the best they could. And she is going to be ok.
Stanley:
What is wrong with you? Why would you have to phrase is like that?

DVD - The Office

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The Office (versão EUA) relata o dia-a-dia de uma empresa de venda de papel, a Dunder Mifflin. Trata-se do chamado " mockumentary", género humorístico no qual se simula um documentário para contar a história. E qual é a história? Tudo e nada. O simples dia-a-dia no qual o patético chefe Michael Scott (Steve Carell) pensa ter piada (não tem) pensa que os empregados o vêm como um amigo (não vêm) e tenta ter ideias que motivem (não motiva) e, acima de tudo tenta ser adorado (não é). Há o empregado que dá graxa ao chefe, uma genial personagem e depois há uma interessante série de outras personagens: a amorosa Pam, o divertido Jim, o negro Stanley, o gordo, o gay, a bêbeda, a doida por limpezas e organização....Fabulosos episódios a partir de um factor mínimo num humor muito único que tinha sido introduzido por Ricky Gervais na versão "british" da série.


Faísca

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Chama-se Faísca. É uma cadela que mais parece uma raposa e, acidentalmente acabou por apaixonar-nos. Era para passar lá por casa para outra família mas ninguém lhe resisitiu. Bem vinda!

Cinema - X-Men Origins: Wolverine

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Os heróis de banda desenhada têm chegado ao cinema com qualidade cinematográfico e sucesso comercial. No ano passado tivemos um divertido Homem de Ferro e o fabuloso Cavaleiro das Trevas. Este ano o fiel Watchmen e o péssimo Spirit abriram as hostilidades mas, este Wolverine era talvez o mais esperado filme de heróis.


Hugh Jackman (homem mais sexy do mundo para a revista People, apresentador estrondoso dos Óscares 2009 e já Wolwerine na triologia X-Men) volta a ter garras animalescas para nos conduzir às origens do seu personagem. Muito bem conduzida a narrativa (bom genérico a apresentar Wolverine). Belas cenas de Logan em criança a mostrar pela primeira vez o uso das suas garras. Belos planos do Canadá. Grandes cenas de acção. Interessante a relação de Wolverine com o irmão Viktor (Liev Schreiber, o actor mais substimado do mundo).


Em geral um filme sem grandes surpresas mas com a acção esperada e um ritmo que o torna divertido.

Cinema - A organização

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O filme perde-se na sua complexa trama mas, em geral é um belo relato de espionagem com os bancos a quem interessam as dívidas resultantes das guerras como pano de fundo. Clive Owen é um belo agente que mostra predicados de James Bond. Naomi Watts parece algo desaproveitada e desenchabida. Um bom argumento que se alonga demasiado até se tornar confuso e chato. Destaque para a fabulosa cena de tiroteio no Guggenheim de New York.

Cinema - Sinais do futuro

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Nicolas Cage é um solitário professor universitário para quem tudo é explicável pela ciência ou, se não é, explica-se pelo acaso. A única fé e amor existente na vida de Cage é o seu filho. A mulher faleceu num incêndio (já vimos este enrendo em "Sinais", não?).

Um dia o filho assiste à cerimónia de desenterramento de uma "cápsula do tempo" onde, 50 anos antes, dezenas de crinças tinham depositado desenhos onde representavam a sua visão do futuro. O filho de Cage recebe porém um estranho desenho-uma folha contendo apenas números que, o curisoso professor percebeu ser um código.

Com belos pormenores de um Alex Proyas que capta o público pela imagem envolvente dei comigo a pensar que, este é o filme que "A guerra dos mundos" não soube ser. Mas o fôlego dura pouco e o argumento torna-se demasidado banal entre um sobrenatural barato e um já demasiado batido toque alien na história.