Paris, uma análise - EuroDisney

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Um dia interiro num mundo à parte onde não há lugar para outro sentimento que não a felicidade de criança.

Paris, uma análise - Transportes

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Sujos. Mal frequentados. Mas rápidos e práticos.

Paris, uma análise - Cinema

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Grandes cadeirões de veludo vermelho esperavam-me num belo cinema nos Campos Elísios onde vi a comédia do ano e, o filme do ano.

Paris, uma análise - Passeios

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Que prazer fazer longos passeios à beira do Sena. Que prazer andar até mais não no luxo dos Campos Elísios.

Paris, uma análise - Comida

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É boa. Haja dinheiro. Muito.

Paris, uma análise - Compras

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Como FNACaolíco que sou adorei as FNAC de Paris. Na da Defense encontrei uma edição do livro Heroes 2 em capa dura a preço igual ao que cá custa a versão normal e ainda um goodie God of War. Na dos Campos Elísios emcontrei uma edição especial da mesma série Heroes três vezes mais barata do que em Portugal. Uma delícia.

Depois, para a roupa e tudo mais haja dinheiro que, oferta não falta.

Paris, uma análise - Museus

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Em Paris há largas dezenas de museus.Escasseando o tempo optei pelos mais emblemáticos. Ao segundo dia em terras parisienses fui logo para a fila do Louvre. Por 9 euros entra-se no paraíso da arte. É especial ver a Mona Lisa, imponente numa parede só sua rodeada de centenas de pessoas, é especial ver a Vénus de Milo, é especial subir as escadarias que, no topo têm exposta a Vitória de Samotrácia. Mas, o Louvre vale desde logo pela vista de fora. A fabulosa e conhecida pirâmide é uma delicia arquitectónica, todo o edifício é um enorme palácio cuja fachada e recheio, sem contar com as peças de arte, já valeria a pena ver.
O Louvre divide-se em três gigantescas alas: Denon, Richeliu e Sylly. Ver todas em algumas horas é um desafio ao cansaço e à vista. Uma visita com a devida atenção a todas as peças demoraria cerca de dois meses. Eu fiz uma viagem de apenas quatro horas mas, saí esmagado e muito satisfeito.
O segundo museu mais conhecido é o D’ Orsay. Mais um grande e majestoso edifico onde os jovens da EU com menos de 25 anos nada pagam para entrar abrigam dezenas de imponentes esculturas (incluindo Rodin) e uma impressionante ala de Impressionistas. Que alegria é ver à distância de um palmo as obras de Manet, Monet, Degas, Cézanne, Toulose-Lautrec, Van Gogh ou Renoir.
Ali nos Campos Elísios ainda tive a sorte de ver uma exposição de Andy Warhol no Grand Palais. Um trabalho sobejamente conhecido, colorido e, com muitas obras tendo como modelos conhecidos actores como Clint Eastwood, cantoras como Debbie Harris (Blondie) ou anónimos. Um mestre contemporâneo após ter visto os mestres mais antigos.

Cinema - Public Enemies

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O filme de 2009. Michael Mann conta a história de John Dillinger, o famoso assaltante de bancos dos anos 30. Johnny Depp, fetiche de Tim Burton, desprende-se dos papeís loucos e alienados para encarnar um duro e determinado "gangster". E, nas mais de duas horas do filme Depp mostra porque é um dos mais talentosos actores da sua geração.

O outro é Christian Bale , que aqui faz de sagaz polícia. Deliciosa a primeira cena ao matar a tiro um bandido que não obedece à ordem para parar. Bale é chamado a Chicago para se tornar no arqui-rival de Dillinger perseguindo-o a qualquer custo.

Um grande filme dramático, de época e, de acção. Que bela cena de abertura na penitênciária, que belas perseguições automóveis, que belos assaltos a bancos e que maravilha aqueles tiroteios.

Cinema - A Ressaca

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Que bem me soube ver este filme. Vi-o numa luxuosa sala dos Campos Elísios quando as pernas já me falhavam após um dia de intenso turismo.

O filme conta-nos a história de uma despedida de solteiro. O noivo leva os dois melhores amigos e o irmão da noiva até Las Vegas para uma noite louca. E, a noite é tão louca que, os três amigos acordam com o quarto cheio de galinhas, um tigre, muita sujidade e confusão e, sem o noivo...

A comédia do ano!

Até já

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Eu, autor do HaNormal vou de férias até ao fim da semana. No início da próxima terão aqui um guia de Paris. Au revoir

Tourada

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O Ministro (agora já ex-ministro) da Economia de Portugal no calor do debate parlamentar considerou que a melhor forma de responder às críticas do líder parlamentar do PCP era emitir um chifres com os dedos naquilo que se pode considerar como estando a chamar boi ao adversário político. Obviamente demitiu-se...

DVD - OC

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OC (de Orange County, qualquer coisa como a Cascais dos EUA mas, maior e com muito mais dinheiro) foi um grande sucesso um pouco por todo o Mundo. Conta a história de Ryan (Benjamim McKenzie), um quase-deliquente que, o bondoso advogado Sandy Cohen (Peter Gallagher) adopta como seu filho após ver as condições de vida que o adolescente tinha em Chino (Chelas?). Abandonado pela mãe e com as más influências do irmão a vida de Ryan tinha tudo para correr mal não fosse Sandy perceber da bondade do jovem.
Ryan é um tipo especial que logo conquista o seu novo “irmão” Seth (um impagável Adam Brody), um divertido” cromo”sem amigos e nova mãe Kirsten (Kelly Rowan). Mas, o motivo de maior interesse acaba por ser a “girl of the next door” Marissa (Misha Barton). A relação de Ryan e Marissa está sempre no centro da acção ao longos das quatro temporadas.
A série resvala sempre para a narrativa de soap-opera teen numa espécie de Morangos com Açucar (em bom) e, constitui para muitos um “guilty plaisure”. Eu gostei muito e, estou a rever. Afinal de contas, é uma série fresca, jovem, desconplicada o suficiente para se ver após um dia de cansaço mas complicada o suficiente para não ser oca e, tem muitas americanas em bikini….

PS: Tem piada ver o misterioso e cruel Caleb Nicol (Alan Dale) como o homem mais rico da região num papel com algumas semelhanças com o de Charles Widmore em Lost.

FIA

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É uma tradição com muitos anos. Vou com a tia Ché o primo Francisco à FIA. Visitamos os "stands" africanos e asiáticos e, vamos regateando bons preços para objectos de decorações, assessórios ou cadernos.

Não serei o cliente-tipo da feira mas, com meia duzia de notas das pequenas enchi a minha namorada de presentinhos exóticos e bonitos e, passei tempo de qualidade em família explorando o comércio de outras culturas.

Restaurante - Chopperia Vasco da Gama

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Fui ontem, em má hora o decidi, jantar à Chopperia do Vasco da Gama. Acompanhado pela família escolhi um restaurante que não é, de todo, dos mais baratos. A escolha deveu-se ao estilo buffet, pensava eu que teria qualidade que, à partida seria mais rápido. Não foi.
Chegado ao restaurante, ninguém se ralou muito em vir ter comigo. Tive eu que ir perguntar onde me podia sentar, como funcionava o buffet e, ainda tive que ir quase até à cozinha buscar pratos. Depois comecei a servir-me de salada. Tive que esperar uns bons minutos para que o senhor que serve a carne se dignasse a ir fazer o seu trabalho.
Fui para a esplanada. Esperei 10 minutos para que me viessem perguntar se queria beber algo e, trazida a bebida, esperei mais 15 minutos pelo copo. O frango que escolhi era duro e com um olfacto atento percebia-se o cheiro a mofo. As batatas fritas eram, claramente o resto do almoço e, pareciam feitas de plasticina. A carne de vaca era duríssima.
Com já pouca paciência reclamei das batatas a uma senhora que foi “lá dentro” ver o que se passava e, até agora não voltou. Seguiu-se o processo habitual, após um dia de trabalho e de uma conta de 40 euros para pratos que, claramente não tinham qualidade, lá falei com o sub-gerente, gerente e assinei o livro cor-de-vinho.
Esperei pelo livro. Estava a ser usado e uma das empregadas dava-nos toda a razão com o ar resignado de quem está habituada a que isto aconteça todas as noites. Há sítios que não têm capacidade nem vontade de servir refeições. Que não o façam!

DVD - O homem que copiava

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Aproveitei ontem para ver um pouco de cinema brasileiro. Para variar não fui para violência nem desgraças como Carandiru, Tropa de Elite ou Cidade de Deus. Pus no DVD O Homem que copiava, a simples história de um homem cuja profissão era tirar fotocópias.

Com uma narrativa simples e divertida o personagem conta a sua história. Como sobrevive com os baixos rendimentos, como convive com a mãe e colegas de trabalho (incluindo a colega gostosona Luana Piovani), como tenta aproximar-se da sua utópica amada e, como chegada uma fotocopiadora a cores se lembra de fotocopiar...dinheiro. Legal cara.