Coisas boas do Cercal

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O pequeno Rodrigo. Brincar. Pintar. Ter 4 anos outra vez.

Coisas boas do Cercal

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O meu afilhado Francisco. Jogar às cartas. Jogar consola. Jogar futebol. Brincar. Voltar a ter 11 anos.

Constatação

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Depois de ler a triologia Millenium o novo livro do Dan Brown sabe-me a pouco.

Sábado

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É de louvar a iniciativa da Sábado que todas as quintas-feiras distribui (por 1.5 euros) grandes livros da literatura mundial. Sim, sei que se pretende aumentar as vendas da revista mas a revista já vale por si só e livros como hoje, Conspiração contra a América de Phillip Roth, são um luxo.

O fim do Circo como o conhecemos

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Caminhando para uma sociedade evoluído saiu uma portaria que proíbe a compra, por parte de circos, de novos animais. Para que acabe com a tristeza de se ver tanta vida selvagem em tourné de fome e má sorte pelas aldeias de Portugal.

Heroes

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Revejo nestas férias as duas primeiras séries de Heroes para, constatar que, tal como eu a minha namorada também se apaixona por esta série, que apesar de ser algo adolescente e fantasiosa é ficção bem escrita e muito divertida.

A série criada por Tim Kring, que a NBC começou a transmitir em 2006, e que nos EUA vai na quarta temporada, conta a história de um grupo de pessoas que decobrem ser portadoras de estranhos poderes que fazem deles...heróis ou vilões.

A acção da primeira série centra-se numa bomba que vai explodir arrasando metade de Nova Iorque e do caminho que tem que ser feito para impedir tal massacre. Existem várias peças do puzzle: Nathan Petrelli, candidato ao Senado que consegue voar; o irmão Peter que consegue absorver todos os poderes dos outros "heróis"; Claire Bennett a popular adolescente que não se regenera; Nikki que tem um violento alter-ego; o cómico Hiro que dobra o contínuo espaço-tempo. O terrível vilão Sylar que mata para obter novos poderes.

Um vício.

Maitê

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Num vídeo de 5 minutos apenas, Maitê Proença, mostra como destruir uma reputação de anos em Portugal. Prevejo que a actriz não visite Portugal nos próximos tempos.
Maité critica tudo o que vê em Portugal, mostrando em Sintra, uma das mais belas vilas europeias, como uma rua onde um número de porta está ao contrário. Apenas esta cena do hediondo filme mostra a tacanhez da actriz que quando em Portugal diz maravilhas de todos. Fraco carácter que ao tentar estupidificar mostra a sua estupidez.

Restaurante - A Herdade

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No Monte das Várzeas, ali perto do lugar de Porto Côvo fica um escondido restaurante que merece ser descoberto: A Herdade.

Fresquinho ou quentinho conforme o mês, somos bem vindos com um sorriso e simpatia. Para a lista nem olhar. Escolhe-se o belo Borrego à Herdade ou o belo Bacalhau com Natas. Com esta promessa: pança e paladar plenamente satisfeitos a um preço muito muito baixo.

Se houver coragem, em cima come-se uma taça de doce da casa. Depois uma grande sesta.

Restaurante - Trinca-Espinhas

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Ali em São Torpes onde a água é quente como no Algarve fica um maravilhoso restaurante. Quem tiver calma e bom gosto que visite. Peixe fresco, arroz de marisco e outros pitéus próprios da beira do mar com simpatia que já não se usa, com uma decoração pouco usada. Um regalo.

Mudança adiada

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Simpatizo com a esquerda dos parlamentos. Considero que as políticas do PS são as mais justas, que as da CDU têm um quê de idealista mas mérito e gosto das alfinetadas do BE.

Mas sou contra o comodismo que se instalou em Santiago do Cacém com o comunismo. Trata-se de um teatro de marionetas que os mais velhos insistem em apoiar por julgarem que ainda apoiam os comunistas que apoiam os trabalhadores humildes e que os mais novos apoiam à espera do prometido tacho. Assim fica estagnado um pequeno paraíso.

Muller vence Nobel da Literatura

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Herta Muller na melhor tradição da Academia Sueca em não dar o prémio a quem o merece como Amos Oz ou Phillip Roth.

Obama Nobel da Paz

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Pela esperança e pela perspectiva daquilo que vai fazer e não pelo que fez.

Viver a Vida

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Anos e anos depois aconteceu. Penso que a última novela da Globo (ou outra qualquer) foi a longíqua Vamp. Não tenho nada contra quem vê mas não costumo ver. Em férias apanhei a estreia de Viver a Vida. E a verdade é que não perco um episódio. Esqueci-me de como nas novelas todos são bonitos, bem-vestidos, têm casas lindas, iates e outros luxos. E são felizes.

A novela do consagrado Manoel Carlos conta a história da modelo Helena e de como se apaixona por Marcos tendo como cenário Búzios e o Rio de Janeiro.


Citação

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Sou a sombra do que fomos e enquanto houver luz existiremos

LIvro - A sombra do que fomos

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Desde os meus 12 anos que leio Luís Sepúlveda. Numa viagem em Lisboa, tive que esperar duas horas pela minha tia. Entrei numa livraria e, com os dois contos que tinha na altura (nem sempre comprei livros todas as semanas como hoje faço com a sorte que hoje tenho) e comprei "O mundo no fim do mundo). Bebi um sumo no café ao lado e apaixonei-me por Luís Sepúlveda. Um fabuloso escritor chileno, com dores do regime de Pinochet claro, de 60 anos que vive em Gijon, Espanha.


Só depois conheci a obra-prima "O velho que lia romances de amor". O falso infantil "A história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar". Os contos sublimes de "As rosas de Atacama". O policial de "Diário de um killer sentimental". A política de "O General e o Juiz".


Hoje li mais um pequeno prazer assinado por Sepúlveda. "A sombra do que fomos" conta a curiosa história de Cacho Salinas, Lolo Garmendia e Lucho Arencibia que, se reencontram num armazem recordando as histórias de uma juventude de "luta" enquanto esperam por um quarto companheiro. Mas, o companheiro não chega nunca. Está numa rua caído após lhe ter caído em cima um gira-discos...