Um Profeta com 13 nomeações para os Césares

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"Um profeta", de Jacques Audiard, soma 13 nomeações para os César, os mais importantes prémios atribuídos pela Academia de Cinema de França.

Desde que se estreou no festival de Cannes, em Maio de 2009, "Um profeta" tem recolhido elogios da crítica, nomeações e prémios internacionais, como o Prémio Especial do Júri naquele festival.
O filme foi apresentado em Portugal no Estoril Film Festival, em Novembro de 2009, numa sessão que teve a presença do realizador.
Candidato de França a uma nomeação para os Óscares, "Um Profeta" é o claro favorito aos prémios César com 13 nomeações, entre as quais melhor filme, realizador, argumento original, banda sonora (Alexandre Desplat), fotografia e montagem.
O actor Tahar Rahim está nomeado para um César pelo papel do recluso Malik El Djebena.

Descobrir Ângelo de Lima

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Maníacos de qualidade

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A ideia é original: a editora Esfera dos Livros pediu a Joana Amaral Dias que fizesse uma história dos grande loucos da história de Portugal. Assim a psicóloga clínica dá consultas e diagnósticos a figuras como Fernando Pessoa ou Marquês de Pombal.

Mau

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Soa bem

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Globos de Ouro 2010: os vencedores

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Melhor filme dramático:

"Avatar"

Melhor realizador:
James Cameron, "Avatar"

Melhor actor em drama:
Jeff Bridges, "Crazy Heart"

Melhor actriz em drama:
Sandra Bullock, "The Blind Side"

Melhor comédia ou filme musical:
"Very bad trip"

Melhor actriz em comédia ou filme musical:
Meryl Streep, "Julie & Julia"

Melhor actor em comédia ou filme musical:
Robert Downey Jr, "Sherlock Holmes"

Melhor cenário:
"In the air"("Nas Nuvens")


Melhor actor secundário:
Christoph Waltz, "Inglorious Basterds" ("Bastardos Inglórios")

Melhor actriz secundária:
Mo'nique, "Precious"

Melhor filme estrangeiro:
"Le Ruban blanc" ("O Laço Branco")

Melhor filme de animação:
"Up" ("Altamente")

Lisboa é candidata a Capital Mundial do Livro 2013

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“O desafio da candidatura de Lisboa foi assumido após a ideia ter sido bem acolhida pela Câmara Muncipal de Lisboa (CML) e pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL)”, declarou Manuel Maria Carrilho, embaixador português junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura" in Lusa

Mundo de Pandora merece Globo(s)

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Avatar venceu o Globo de melhor filme e o sue realizador, James Cameron, o de melhor realizador. Óscar à vista? Espero que sim!

Laço branco de ouro

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Antes do Óscar de melhor filme estrangeiro, O Laço Branco venceu ontem o Globo de Ouro na mesma categoria.

Parceiros no Crime

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ma prevísivel e eficiente história de dois ladrões resulta num bom bocado de diversão. António Banderas eficaz. Morgan Freeman sempre bem e Radha Mitchell, agradável para os olhos.

Nine

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Rob Marshall regressa com Nine ,piscadela de olhos assumida a 8 e 1/2 de Fellini. Com um cast de sonho ao seu dispor, o realizador de Chicago, monta uma colorida e brilhante parada de estrelas, que vão tendo os seus momentos MTV, sendo uns fabulosos como os de Penélope Cruz, sexy e crazy, ou o de Fergie, "be italian" fica na cabeça; e outros menos bons como o de Nicole Kidman. Daniel Day-Lewis, melhor actor da actualidade, é a linha condutora deste fraco enredo mas com bons momentos de diversão.
Superior Marion Cotillard.

Nine

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Laço branco com cheiro a Morangos

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Michael Haneke (Funny Games, os dois) regressa aos ecrãs portugueses com "Das weisse Band", o Laço Branco. A acção de 2h25 é falada em alemão, mostrada a preto e branco e passa-se toda, entre 1913 e 1914, num pequena  e austera aldeia alemã.
Um narrador,tímido professor, vai relatando a vida da aldeia, apresentando as personagens e dando a conhecer uma série de incidentes que assolam a calma do povoamento.
Em termos de personages, há, para além do trintão professor, o Sr. Barão, de mau génio, mas que emprega metade dos aldeões, a Sra. Baronesa, pouco satisfeita com tão campestre vida, e o filho Sigi. Um segundo núcleo é o da família do Sr. Pastor que educa os filhos com pulso firme. Dois dos seus filhos dão origem ao laço branco que baptiza a fita: após terem chegado atrasados para jantar, o Sr. Pastor decide colocar-lhes uma fita branca, para se lembrar sempre que, para além das tropelias, todas as crianças têm uma faceta pura que o branco simboliza.

O terceiro núcleo é o do Sr. Feitor, da sua mulher e dos estranhos filhos. Há ainda a parteira da aldeia e seu filho deficiente. O perverso Doutor e os seus dois filhos, orfãos de mãe.
Depois, os incidentes. Sem explicação, o médico cai de cavalo, uma camponesa morre, o filho do Barão é espacando, o filho deficiente da parteira quase fica cego. O professor começa a investigar.
Cru. Cruel. Aústero. Misterioso. Com influências de Bergman. A obra-prima de Haneke.


A personificação das leis de Murphy

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Havia dias em que ele se pensava como a personificação de todas as leis de Murphy ao mesmo tempo. O despertador tocava mais cedo do que devia e ele não conseguia dormir mais. O metro atrasava-se e ele, atrasado, chegava ao trabalho depois de num metro vazio, um tipo grande, feio e mal-cheiroso se ter sentado ao seu lado.
Lá, no sítio do ganha-pão que era mais de tudo perder, os dias eram de duas formas: de muito trabalho que o vazia suar por dentro e por fora ou de quase nenhum, o que lhe dava um tédio quase mortal. E o computador que usava, por vezes bloqueava. Mas só nos dias de muito trabalho. Nos outros era ligeiro.
No caminho de volta à toca o metro dava-lhe quilómetros de dessassossego. Chegava à plataforma mesmo a tempo de ver o metro partir e esperava quinze minutos por outro.

O Sítio das Coisas Selvagens

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A partir do livro de Maurice Sendak, Spike Jonze realizou "O Sítio das Coisas Selvagens" que, há pouco, se estreou nas salas portuguesas.
Max, é uma criança perdida, que está a crescer mas não percebe o mundo onde vive. O pai partiu, a mãe passa muito tempo com o namorado e a irmã tem as suas contas a ajustar com a sua própria adolescência. Max anda revoltado com tudo e numa noite acaba por discutir com a mãe e fugir de casa. Depois de muito correr, Max encontra um barco que o leva a uma estranha ilha.
Lá chegado dá de caras com uma série de estranhos animais, "Coisas Selvagens", das quais se torna rei.
É um filme que apela à imaginação, que nos leva ao centro do mundo de uma criança mas que nos faz reflectir sobre os labirintos nos quais todos nos perdemos.
Afinal de contas "dentro de todos nós há uma coisa selvagem".