Aravind Adiga

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Não, Adiga não é um escritor de um sucesso apenas. O indiano passou no teste do segundo livro, continuando a prender com a sua escrita e provando que tem muito mais a dizer e escrever, após o estrondoso sucesso de Tigre Branco, com o qual arrecadou o Man Booker Prize de 2008.

Entre os Assassinatos é um quadro vivo na cidade indiana imaginária (uma mistura de toda a Índia, seguramente) de Kittur e é contituído por vários contos dos seus habitantes: um rapaz islâmico que é tentado por um extremista; um livreiro impedido de vender os Versículos Satânicos ou um jovem rico que faz explodir um bomba na escola em protesto contra o seu professor são alguns exemplos de uma prosa muito bem condimentada.

Nas histórias, há destaque para a corrupção reinante na cidade; para a ganância dos mais ricos ficando-o cada vez mais, à custa dos mais pobres (numa história, várias mulheres ficam cegas ao bordar horas a fio pequenos detalhes em camisas para vender para os EUA, uma cegueira consciente, mas o único emprego que conseguem) e ainda para uma visão sobre o milenar sistema de casta que condena cada homem desde o berço.

Está a chegar

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Dante´s Inferno para PSP.

Sim, gostei de Up in the Air

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É giro mas não é nada de especial.

Os tchukos

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Os tchukos nunca foram um casal como os outros e por isso o seu namoro nunca acabaria de maneira usual. E não acabou. O namoro dos tchukos só terminou porque começou o noivado. No sábado o Fábio (tchuko macho) ajoelhou no relvado da Luz, e com 45 mil bisbilhoteiros a olhar, pediu a Filipa (tchuka femea) em casória. Ela aceitou, claro.
É uma bonita história de amor. Começou quando andávamos na UCP e eles apaixonaram-se. Não se explica. Aconteceu. Lembro-me bem das primeiras indecisões. Mas passaram. E não voltam mais.
O tchukos já são uma instituição. E agora vão-se casar. Continuem a ser felizes.

O regresso de Adiga depois de O Tigre Branco

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Quero todos os livros do Mundo

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Não há local onde goste mais de estar do que numa feira do livro ou livraria. Quero ter todos os livros do Mundo. Quero tocar-lhes. Sentir-lhes a pele. Abusar. Quero usá-los e sem tempo de mais, ponho-os de lado. Sinto cruel a sina de não os poder ter a todos. Ler a todos. Dar o mesmo amor de acariciar a capa com a mão direita enquanto viro as páginas com a esquerda. Quero de todos tirar prazer. Queria ler todos e estou condenado a não conseguir. Mostrando o meu amor prossigo, quixotesco, o meu caminho. Em todas as bancas me declaro ao meu amor.

FDS

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À beira do fim-de-semana clamo por revolução. É já no sábado que o despertador será obviamente demitido das suas mais básicas funções para hibernar até segunda que vem. Os lençois e mantas que me cobrem ser-me-ão fiéis até quase ser tarde e não me trairam com as súplicas do tens que trabalhar. O computador que ligarei será bem mais velho e menos potente do que o da empresa mas será meu e terá um qualquer DVD que me acorde. Ele os beijinhos de quem estiver ao lado. Que felizemente costuma ser a certa há muitos meses. Depois uma bandeja chega à cama com pão de leite ou croissant que pão ou cereais descansam em paz até à jorna do trabalho.
Só se um bom programa me esperar é que os pés frios pisam o chão até onde me arranjo. Um bom filme. Uma partida de futebol. Uns gins. Uns amigos. O que for. Mas é em casa que há magia. Liberdade condicional. Mas nunca condicionada. Que chegue o fim-de-semana. Que se dê folga ao trabalho. Às derrotas do Sporting. À dieta.

Invictus

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Tenho lido que Invictus é um dos filmes mais fracos de Clint Eastwood. Talvez o seja para os mais puritanos críticos apenas por uma razão: conta uma história populista de vitória dentro de campo. Mas mesmo que o filme fosse só sobre o jogo, seria um bom filme pela tremenda forma como Clint filma com realismo cru mas com tons de poesia o jogo inventado por desordeiros mas jogado por cavalheiros. Invictus, acima de tudo é uma tremenda homenagem a Nelson Mandela e um retrato das feridas abertas dos anos de apartheid.

Estamos em 1994. Nelson Mandela, depois de ter estado encarcerado na Ilha de Robben entre 1964 e 1990, é eleito Presidente da África do Sul e começa a construir um país novo feito de perdão onde o passado não interessa e as forças devem ser canalizadas para a construção do futuro. Neste contexto surge a selecção de rugby conhecida como Springboks, símbolo do domínio branco e que num jogo contra a Inglaterra é apoiada pelos brancos, enquanto que os negros torcem contra. O próprio Mandela lembra que, no apartheid, torcia contra os Bookies mas nos novos tempos aquela era a seleção de todos.

E foi assim, um ano antes da África do Sul receber o Campeonato do Mundo da modalidade que Mandela chamou François Pienaar, o capitão da equipa, para lhe pedir, subtilmente que ganhasse a competição para que isso servisse para unir o país. E ganhou.

Fabuloso Freeman como Mandela numa homenagem de grande qualidade. Há o rugby em primeiro plano mas vemos um homem velho com problemas reais como as dificuldades de se relacionar com a família ou as dores de décadas de prisão mas acima de tudo vemos um home afável, amistoso, sonhador e tremendamente determinado. Vemos Damon como um Pienaar enfeitiçado pela grandeza de Mandela. Vemos pormenores de uma África do Sul que ainda sara do seu passado mas onde há esperança e vemos planos fabulosos do desporto. Grande filme. Clint não falha.

Aí estão os nomeados para os Óscares 2010

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Melhor Filme


 
  1. Avatar
  2. The Blind Side
  3. District 9
  4. An Education
  5. The Hurt Locker
  6. Sacanas Sem Lei
  7. Precious
  8. A Serious Man
  9. Up
  10. Nas Nuvens

Actor Principal
Jeff Bridges - Crazy Heart
George Clooney - Nas Nuvens
Colin Firth - A Single Man
Morgan Freeman - Invictus
Jeremy Renner - The Hurt Locker


Actor Secundário

Matt Damon - Invictus

Woody Harrelson - The Messenger

Christopher Plummer - The Last Station

Stanley Tucci - The Lovely Bones

Christoph Waltz - Sacanas Sem Lei



Actriz Principal

Sandra Bullock - The Blind Side

Helen Mirren - The Last Station

Carey Mulligan - An Education

Gabourey Sidibe - Precious

Meryl Streep - Julie & Julia



Actriz Secundária

 
Penélope Cruz - Nine

Vera Farmiga - Nas Nuvens

Maggie Gyllenhaal - Crazy Heart

Anna Kendrick - Nas Nuvens

Mo'Nique - Precious


Melhor Realizador

James Cameron - Avatar

Kathryn Bigelow - The Hurt Locker

Quentin Tarantino - Sacanas Sem Lei

Lee Daniels - Precious

Jason Reitman - Nas Nuvens

Filme Estrangeiro

Ajami - Israel

El Secreto de Sus Ojos - Argentina

The Milk of Sorrow - Peru

Un Prophète - França

 O Laço Branco - Alemanha

SuperBanda!

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Grammy Awards 2010: os vencedores

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Álbum do ano:

"Fearless" - Taylor Swift

Single do ano:
"Use Somebody" - Kings of Leon

Canção do ano:
"Single Ladies (Put A Ring On It)" -- Beyonce

Revelação do ano:
Zac Brown Band

Melhor interpretação vocal feminina pop:
"Halo" - Beyonce

Melhor interpretação vocal masculina pop:
"Make It Mine" - Jason Mraz

 
Melhor álbum vocal pop:
"The E.N.D." - The Black Eyed Peas

 
Melhor álbum rock:
"21st Century Breakdown" - Green Day

 
Melhor álbum de R&B:
"Blacksummers' Night" - Maxwell



Melhor álbum rap:
"Relapse" -- Eminem

Flashforward

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Rendi-me, recentemente, à nova série de culto da televisão americana: Flashforward. 
A acção prende-nos desde logo: sem qualquer explicação todos os habitantes do Mundo desmaiam (durante 2 minutos e 17 segundo) e durante o seu estado de letargia têm visões do seu futuro, dali a seis meses. Quando acaba o desmaio colectivo, 20 milhões de pessoas morreram (os que pilotavam haviões, os que estavam a ser operados, entre milhares de outros acidentes).
Um equipa do FBI começa a investigar o estranho acontecimento.
O elenco tem estrelas de cinema como Joseph Fiennes ( A paixão de Shakespeare, Inimigo às Portas ou Mandela Meu Prisoneiro) ou John Cho (Star Trek e ainda particpações em Betty Feia ou Anatomia de Grey) e ainda alguns dos participantes em Lost,que este ano acaba, como: Sonya Walger ou Dominic Monagham.
Viciante.

Roma

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A minha paixão pela Roma Antiga continua, desta vez com este maravilhoso livro que a minha namorada me ofertou ontem. Conta a história (que já li e vi tantas vezes) da ascensão e queda do Império e é assinado pelo historiador britânico Simon Baker.

Haverá algum filme que valha a pena ver este fim-de-semana?

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Eu quero!

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