Mélanie Laurent

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Christoph Waltz

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Cinema - Inglourious Basterds

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Quentin Tarantino regressa para nos presentear com um festival da mais profunda demência rísivel. Inglourious Basterds é a história de um peculiar grupo de homens (os Basterds do título) que não estão "no negócio de fazer prisioneiros" sendo a sua única ocupação e arrisco-me a dizer gozo, matar judeus. Mas, há a fabulosa Shosanna Dreyfus que nunca encontra os "Sacanas" mas bem podia ser um deles e, há a melhor personagem do filme: Landa.
Capítulo I: É-nos apresentado Landa. O Caçador de Judeus chega a casa de um camponês de Nancy e, fala francês sendo muito cordial, pondo o dono da casa à vontade e, após uma demente reflexão sobre como os alemães seriam falcões e os judeus ratos, passa, já em inglês a perguntar onde abriga o atormentado agricultor a judia família Dreyfus. Apresentado cinismo e brilhantismo de Landa, chega a primeira cena de violência com a matança dos Dreyfus. Apenas Shosanna se escapa.
Depois são-nos apresentados os Basterds: o Tenente Aldo, o Apache, com um cerrado sotaque do Tennessee (que não fala uma palavra de mais nada, como se vê no cinema onde é suposto fazer de italiano); Donny o "Urso Judeu" cuja especialidade é matar nazis com um taco de basebol e ainda o intratável Hugo Stiglitz , um alemão com pouca simpatia pelo nazismo e que matou oito oficiais antes de encontrar os Basterds que lhe elogiam o trabalho mas lhe perguntam se ele quer tornar-se pro. Torna-se.
Em paralelo, Shosanna, a jovem que fugiu da matança de Landa, é a jovem dona de um cinema parisiense onde, através de um jovem herói de guerra alemão, se vai estrear o novo filme do Ministro da Propaganda, Goebbels. Nessa noite o Estado Maior alemão reune-se e tanto Shosanna como os Basterds arquitectam planos para matar os altos quadros nazis.
Esta é a história mas o que se bebe da fita é a loucura brilhante de Landa; o simplismo de Aldo e a violência extrema dos Basterds, a classe da agente-dupla Bridget, a beleza e arrojo de Shosanna e, os incontroláveis risos que nos provocam os mais pequenos pormenores que Tarantino nos oferece. No fim, como diz o guião "risos tétricos".

Foi este filme, Inglourious Bastards nos EUA, que originou o nome Inglourious Basterds

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Farsa

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O Rock in Rio procura uma nova apresentadora. As interessadas enviaram um vídeo e foram escolhidas as cem melhores. Nesta fase o público votaria nas suas 20 favoritas. E votou. Mas, as 20 favoritas do público não foram as 20 que passaram à última fase, tendo ficado pelo caminho pessoas com mais de 10.000 votos, passando pessoas com menos de 100 votos.
Saber mais aqui.

Livros para não esquecer

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Fez ontem 70 anos que a Alemanha invadiu a Polónia e, iniciou a II Guerra Mundial. A Alemanha Nazi e a sua caminhada para o extermínio da raça judia fez seis milhões de mortos (estimativa). Não se comemoram os 70 anos mas, assinalam-se, para que, a Humanidade nunca esqueça o quão baixo já desceu para que não volte a cometer os mesmos erros. Não que o Homem não continue capaz dos piores massacres e actos diabólicos mas, a II GM e o Nazismo foram o expoente máximo da crueldade humana. Para nunca esquecer podemos contar com as letras. Dos que viveram o horror e, dos que apenas o imaginam.
Sugestões para não esquerecer.
Brincar é preciso. Começo pelo guião de Sacanas sem lei, de Quentin Tarantino que parodia a Guerra. É preciso saber gozar com as coisas sérias, concordo. Mas, como em A Vida é Bela de Begnini, é preciso ler nas entrelinhas e, ver que de nos rimos de coisas muito profundas.
A vítima mais famosa do Nazismo. A holandesa Anne Frank escreveu o seu diário de menina feliz até amedrontada judia procurada e encontrada pelos nazis.

Uma viagem de horror do italiano Primo Levi ao interior dos campos de extermínio. Impressionante.


O outro lado. As confissões de um soldado nazi.


Do americano Norman Mailer, foi lançado em 1948 e relata a resistência do espírito humano na guerra.




TV Memória - Alf

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Alf era um alien castanho, peludo e baixote que, um dia aterrou no quintal de uma típica família americana e por lá ficou a viver. O seu talento para arranjar sarilhos e a sua alarvidade em relação a bolos e gatos proporcionaram-me muitas risadas.
A série da NBC passou de 1986 até 1990 e dividiu-se em 102 episódios de 24 minutos onde tudo girava à volta do talento de Alf para arranjar problemas e da família para os resolver.



A nova Take já chegou!

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Todos os que ansiavam pelo número 18 da Take já o podem ler aqui. Qualidade garantida.

DVD - Watchmen

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Já cá canta!

DVD - Os Contemporâneos, Segunda Série

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Há em Bruno Nogueira, Carla Vasconcelos, Dinarte Branco, Manuel Marques, Nuno Lopes, Nuno Markl e Eduardo Madeira muito me têm feito rir nos últimos dias. Vejo com deliciada atenção o DVD da segunda temporada de Os Contemporâneos.
Há os stekchs a parodiar a actualidade: Manuel Marques a fazer de Sócrates em várias fases como na sua amizade com a Venezuela, onde aparece um Eduardo Chavez; a paródia de um algarvio que emigrou para o Allgarve e relata ao amigo que ficou no Algarve como é boa a vida lá fora; há o gozo ao casamento gay com um casamento gay cigano.
Depois há aqueles stekchs que parece que só foram feitos para gozo dos próprios como aquele em que vemos Nuno Markl a imitar uma orca ou vemos uma estranha equipa do “INEM Disco” onde as vítimas de qualquer maleita são curadas com músicas dos Beegees.Depois há as entrevistas de Bruno Nogueira a portugueses a atirar para o pouco esclarecido; o famoso chato de Nuno Lopes, o agente Jaime Bonga (Uh lé lé) e os dois mecânicos que acham tudo panisguinhas….Muito bom. Riso garantido.

Música - Humbug

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Os Arctic Monkeys chegaram à vida adulta. Para trás fica a batida energética, músicas ocas e, muito abanar de cabeça e saltos adolescentes. Com Humbug (parvoíce em português), Alex Turner regressa com uma voz madura, letras mais profundas e com uma batida mais calma mas com a irreverência que caracteriza o quarteto de Sheffield.

Acabei de comprar na internet e estou a passar uma bela tarde. (My Propeller não vos faz lembrar Jim Morrison??). A ouvir!

El Sistema

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Assisti com verdadeira emoção e alegria ao documentário transmitido ontem na RTP 2 "El Sistema - Música contra a exclusão". A peça relatava o dia-a-dia de um enorme grupo de crianças que estava integrada no "Sistema", um programa do Governo da Venezuela para ajudar crianças com profundas dificuldades económicas a integrarem-se na sociadade através da aprendisagem dé música clássica.


Triste país

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Temos um triste país onde mesmo quem está na praia não está em segurança. Sexta-feira morreram 5 pessoas vítimas de uma derrocada. A culpa é de quem controí de mais na costa algarvia? De quem deixa construír? De quem não supervisiona? Da família portuense que morreu e da senhora de Marco de Canavezes a culpa não será, mas foram estes cinco inocentes a perder a vida....


Temos um triste país onde em Agosto os técnicos de saúde vão de férias e, as vítimas de violação demoram horas a fio para serem examinadas e para que seja delas recolhidas as provas para acusar os violadores. Com a espera vão-se as provas e com as autoridades de férias os violadores podem atacar com muito menos possibilidades de serem apanhados e julgados....

Os homens que odeiam as mulheres , o filme estreia-se a 24 de Setembro

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Cinema - ABC do Amor

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Kat Heigl (a lindíssima Izzie de Grey´s Anatomy) e Gerard Butler (Leónidas de 300) juntam-se em O ABC do Amor (a terrível tradução de Ugly Truth). Heigl é uma bem sucedida produtora num pequeno canal de Sacramento, solteira, sonha com o homem ideal. Butler é a estrela do programa Ugly Truth onde dá os seus conselhos ordinários e dicas pouco ortodoxas em relação às relações amorosas.
Butler é contratado para o programa produzido por Heigl e, esta, apesar de detestar aquele machista convencido, acaba por recorrer às suas capacidades para conquistar o seu homem de sonho. O resto é prevísivel. Mas, divertido. Muito.