DVD - Watchmen

✪ No comment yet

Já cá canta!

DVD - Os Contemporâneos, Segunda Série

✪ 1 comment



Há em Bruno Nogueira, Carla Vasconcelos, Dinarte Branco, Manuel Marques, Nuno Lopes, Nuno Markl e Eduardo Madeira muito me têm feito rir nos últimos dias. Vejo com deliciada atenção o DVD da segunda temporada de Os Contemporâneos.
Há os stekchs a parodiar a actualidade: Manuel Marques a fazer de Sócrates em várias fases como na sua amizade com a Venezuela, onde aparece um Eduardo Chavez; a paródia de um algarvio que emigrou para o Allgarve e relata ao amigo que ficou no Algarve como é boa a vida lá fora; há o gozo ao casamento gay com um casamento gay cigano.
Depois há aqueles stekchs que parece que só foram feitos para gozo dos próprios como aquele em que vemos Nuno Markl a imitar uma orca ou vemos uma estranha equipa do “INEM Disco” onde as vítimas de qualquer maleita são curadas com músicas dos Beegees.Depois há as entrevistas de Bruno Nogueira a portugueses a atirar para o pouco esclarecido; o famoso chato de Nuno Lopes, o agente Jaime Bonga (Uh lé lé) e os dois mecânicos que acham tudo panisguinhas….Muito bom. Riso garantido.

Música - Humbug

✪ 2 comments

Os Arctic Monkeys chegaram à vida adulta. Para trás fica a batida energética, músicas ocas e, muito abanar de cabeça e saltos adolescentes. Com Humbug (parvoíce em português), Alex Turner regressa com uma voz madura, letras mais profundas e com uma batida mais calma mas com a irreverência que caracteriza o quarteto de Sheffield.

Acabei de comprar na internet e estou a passar uma bela tarde. (My Propeller não vos faz lembrar Jim Morrison??). A ouvir!

El Sistema

✪ 1 comment
Assisti com verdadeira emoção e alegria ao documentário transmitido ontem na RTP 2 "El Sistema - Música contra a exclusão". A peça relatava o dia-a-dia de um enorme grupo de crianças que estava integrada no "Sistema", um programa do Governo da Venezuela para ajudar crianças com profundas dificuldades económicas a integrarem-se na sociadade através da aprendisagem dé música clássica.


Triste país

✪ No comment yet

Temos um triste país onde mesmo quem está na praia não está em segurança. Sexta-feira morreram 5 pessoas vítimas de uma derrocada. A culpa é de quem controí de mais na costa algarvia? De quem deixa construír? De quem não supervisiona? Da família portuense que morreu e da senhora de Marco de Canavezes a culpa não será, mas foram estes cinco inocentes a perder a vida....


Temos um triste país onde em Agosto os técnicos de saúde vão de férias e, as vítimas de violação demoram horas a fio para serem examinadas e para que seja delas recolhidas as provas para acusar os violadores. Com a espera vão-se as provas e com as autoridades de férias os violadores podem atacar com muito menos possibilidades de serem apanhados e julgados....

Os homens que odeiam as mulheres , o filme estreia-se a 24 de Setembro

✪ No comment yet



Cinema - ABC do Amor

✪ No comment yet
Kat Heigl (a lindíssima Izzie de Grey´s Anatomy) e Gerard Butler (Leónidas de 300) juntam-se em O ABC do Amor (a terrível tradução de Ugly Truth). Heigl é uma bem sucedida produtora num pequeno canal de Sacramento, solteira, sonha com o homem ideal. Butler é a estrela do programa Ugly Truth onde dá os seus conselhos ordinários e dicas pouco ortodoxas em relação às relações amorosas.
Butler é contratado para o programa produzido por Heigl e, esta, apesar de detestar aquele machista convencido, acaba por recorrer às suas capacidades para conquistar o seu homem de sonho. O resto é prevísivel. Mas, divertido. Muito.

Elegias eligíveis para tétricas tentativas

✪ No comment yet



1
Há em mim
Algo dentro
Que se solta e voa
Para não mais voltar
Como o todo que devo ser
Não fosse tudo
E eu
Em nada me torno
2
Nasci de uma montanha
Que me desabou em cima
Irrompi
Para uma fraca luz
E cresci no trapézio
As vezes as pedras da montanha mãe
Fizeram-me cair
3
Que estranha criatura vive em mim
Que me irrompe pelas entranhas acima
E me domina?

Millenium

✪ No comment yet

Uma semana depois acabei de ler "Os Homens que odeiam as Mulheres" do sueco Stieg Larsson acabei hoje de manhã esta interessante demanda enquanto que, já tenho na estante os outros dois livros da Colecção Millenium.

Larsson, falecido em 2004, antes do Mundo se apaixonar pelos seus livros, tem uma escrita fácil de ler, intuitiva e viciante sem cair no entanto em facilitismos. Não há um final previsível, não há a típica história de um homem valentão e da mulher frágil que o ajuda a desvendar os mistérios. Há a construção e evolução quase palpável das personagens. Mikael Blomkvist, é um determinado jornalista da área de economia, mas, é também um homem, no ínicio do romance, sem credibilidade ante os seus pares após ter sido condenado por difamação.

Mas, Blomkvist, contratado por um riquíssimo industrial para resolver sob os olhos do jornalismo de investigação, o estranho desaparecimento da sobrinha do seu contrante, é humano e, Larsson expõe-nos as suas fragilidade. O medo de não voltar a ter credibilidade como jornalista, o medo de se distanciar irremediavelmente da filha adolescente que vive com a mãe, o medo da solidão que tenta afastar com um relacionamento forte mas ocasional com a sócia Erika, casada. Não temos o típico herói solitário e destemido. Devido a acontecimentos que apenas são revelados tarde no livro, Mikael torna-se até frágil e traumatizado.

Também a sua companheira de aventuras não é uma donzela a precisar de ser salva. É uma determinda mulher. Apesar de rotulada de sociopata ou até associal é uma confiante investigadora e uma temível hacker. Muitas vezes é ela que se torna na heroína, na força do casal. Que se juntem é inevitável mas não há clichés.

Há uma história bem construída, bem escrita, sem pressas de revelar, com muitas e demoradas descrições. As personagens têm passado e evoluem. Bom livro. Hoje começo o segundo.

Pode este senhor passar de moda?

✪ No comment yet

How glad the many millions of annabelles and lillians

Would be to capture me

But you had such persistence, you wore down my resistance

I fell and it was swell

Im your big and brave and handsome romeo

How I won you

I shall never never know

Its not that you re attractive

But, oh, my heart grew active

When you came into view

Ive got a crush on you, sweetie pie

G I Joe

✪ No comment yet



Cresci em Cercal do Alentejo e, só me mudei para Lisboa aos 18 anos. Desde o inicio dos anos 90 e, até vir viver para cá, vinha visitar a minha tia muitas vezes. Na fase em que gostava de brincar gostava de Playmobil que a minha mãe me comprava de mês a mês e que, quando eu tinha os meus 15 anos já era uma impressionante colecção.


Mas, eram os G I Joe os meus favoritos. Nessa altura de meninice a minha mãe dava três contos para vir a Lisboa. Dois eram para o bilhete de regresso, mas no dia antes de vir a tia pagava o bilhete e, eu conservava os dois contos. O outro conto, era para um G I Joe. Levava sempre um. Não era esquisito, quando a tia ia às compras ao Carrefour de Telheiras eu ia também e escolhia um soldadinho. Primeiro eram guerreiros, depois eram conevrtidos em jogadores de futebol, com um berlinde como bola e com balizas feitas por mim: palinhas com arame dentro e rede das caixas de fruta a fazer de rede das balizas. Bons tempos de poucos gastos e muito engenho.




PS: Saiu agora o filme G I Joe e uma nova colecção desses míticos bonecos

23 meses depois

✪ 5 comments

É amor. É assim que se chama aquilo que nos une. Não que tivesse dúvidas disso. Há muito que o percebi. Mas, sabes, há dias, horas ou pequenos momentos em que me consciencializo mais de que é amor. Se calhar não começou tão cortez como devia. Talvez devesse ter sido minha a iniciativa mas, não interessa como começou quando tenho a certeza de que não acaba.

É este amor que me aguenta equilibrado num Mundo em movimento. É este amor que me cura num Mundo às voltas. É por beber em ti que não tenho mais sede. É como se me alimentasse de ti sem ter sequer de te frequentar as carnes, sem ter de chupar o sangue. Basta-me que existas. Basta saber-te duas salas abaixo de mim de dia e um sofá ao lado de noite. Basta saber que há pureza e verdade neste sentimento que arrasta a minha pena para a fronteira da lamechice para que o meu coração insista em bater demoniacamente.

É amor e continua a sê-lo como sempre. Passam os meses, hão-de passar anos, havemos de ter a casa, os filhos, os cães, as discussões, os problemas. Havemos ainda de ter muito meu amor, teremos tanto ainda que estes 23 meses parecerão uma gota na longa vida que nos espera um junto ao outro.

Um dia, velhos e gastos, daremos ainda a mão num qualquer alpendre de uma qualquer casa e olharemos para os pequenos netos que correrão à nossa frente e, poderemos pensar: é amor.

Cinema - Up

✪ No comment yet
Sou um fã confesso da animação e,obviamente os rapazes da Pixar são o expoente máximo da animação nos últimos anos. Foi com grande alegria que fui duas vezes ao cinema ver Wall-e e com maior que comprei o DVD que já foi algumas vezes ao leitor. Na animação os realizadores podem fazer do cinema aquilo que ele deve ser: mostrar uma coisa e dizer outra.
O que se mostra em Up é um aventura de um velhote que faz a sua casa voar com milhares de balões presos a ela. A casa voadora tem como objectivo chegar às Cataratas do Paraíso que a mulher do personagem, já falecida, queria conhecer e, onde sonhava morar. Assim e, num mundo que já não é o dele o velhote muda a casa de sítio e vai atrás do sonho não cumprindo dando a derradeira prova de amor a Ellie antes de poder descansar. Não contava era que na casa voadora se tivesse mantido o anafado e amoroso escuteiro que o andava a aborrecer há dias. Não contava encontrar um cão falante nem tão pouco uma estranha ave rara que um ainda mais estranho explorador quer capturar.

Up é um regalo para os olhos mas, serão os olhos mais maduros que gozarão a experiência a cem por cento. A sequência em que o personagem e a sua amada casam, compram e arranjam a sua casa, vão crescendo e, finalmente Ellie morre, é uma emotiva delícia que nos entra directamente no coração. É de grande cinema aquela sequência que já faz valer o bilhete. E, traz aquilo que se quer contar: a história de amor com Ellie, cujo sonho o velho não desistirá jamais de procurar realizar. É de amor também a relação que nasce com o escuteiro quando todos percebemos que ele precisa apenas de atenção.

Mas, este é um filme de animação que também anima e boas gargalhadas dei ao ver um velho rezingão a puxar a sua casa voadora por uma corda enquanto atrás de si o escuteirinho vai fazendo mil e uma perguntas de criança, enquanto um cão faz disparates e, enquanto a ave rara devora chocolates.
Sim, a Pixar consegue sempre superar-se e oferecer aos cinéfilos estes presentes. Basta saber desembrulhar.
Será a animação um género menor? Refuto tais considerações e pergunto se não há mais a tirar de Steamboat Willy do que de O Coraçato de Putekin ou mais emoções em A Bela Adormecida do que em Metrópolis. Pois a qualidade da animação não nasceu tocada a tridimensionalidade. Nasceu para se contar em desenho aquilo que não se conseguia contar em fita.




A maldição da FNAC

✪ No comment yet

Não há nada que me atraís mais do que uma loja enorme com livros, DVDS e jogos (a não ser a Joana e o Sporting), sabendo desta minha fraqueza alguém me rogou a praga de que eu nunca entraria numa FNAC sem comprar algo e, cumpre-se. Sempre.

Acho sempre que não preciso de nada mas os preços verdes em artigos fabulosos fazem-me sempre voltar atrás....

Séries - Brothers & Sisters

✪ No comment yet

Seguindo a minha mania de saltitar de série em série atraquei esta semana em Brothers & Sisters. No ar nos EUA desde 2006 a série centra-se na família Walker entre a casa da mãe Sally Field em Pasadena e a vida de Kitty em Los Angeles.

As aventuras e desventuras de uma família de classe média alta após a morte do patriarca e numa altura em que a empresa da família - a Ojai - passa por dificuldades.

Em foco Kitty ( Calista Flockhart) com as suas lutas ideológicas com a mãe, Tommy com as suas infedilidades à mulher, Sarah dividida entre a doença da filha e o seu papel de empresária, o leviano/soldado/drogado Justin e o gay Kevin.


PS: Porque é que a primeira série não tem legendas em português e a segunda já tem?