Cinema - O outro homem

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Liam Neeson, Antonio Banderas, Laura Linney e Romola Garai são bons actores mas, este O outro homem é demasiado prevísivel para ser um bom filme. No cinema já se repetiu demasiadas vezes a história da mulher que trai o marido e da loucura do marido em conhecer o outro homem. É verdade que esta busca por vingança é fria e calculista e há um mais ou menos surpreendente twist mas, não chega.

DVD - Páginas de liberdade

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Hilary Swank interpreta a história (baseada em factos verídicos) de uma professora que dá aulas a uma turma problemática. A jovem Erin Gruwell ia cheia de ambição e ilusão para o seu primeiro ano de trabalho mas, encontrou na turma da sala 203 um conjunto de alunos com pouco interesse em aprender. Na vida daqueles miúdos interessava mais sobreviver às eternas lutas de gangues e ganhar respeito protejendo os seus do que aprender. Mas, Erin Gruwell, deixou-se tocar pelos alunos e, eles por ela. Se, a dinâmica lembra Mentes Perigosas, este filme tem cenas muito mais fortes onde um dos alunos revela que é sem-abrigo mas nas aulas se sente em casa; onde uma mexicana afirma em tribunal que foi outro mexicano a matar um camojano em vez de acusar injustamente um negro e, é por isso maltratada. Por atrás a história de como Erin deixou para trás a vida pessoal mas, dessa relação apenas sobresaem algumas cenas sem sal com Patrick Dempsey.

Miss Gruwell pediu a cada um dos alunos que começasse a escrever um diário. Esses diário foram publicados em livro em 1999, e, a professora e os alunos fundaram a Freedom Writters Foundation para que a história daquela sala se possa repetir.

8 9/11

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CD - The Resistence dos Muse está a chegar

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É obrigatório ler a Q deste mês enquanto se espera.


O Tétris desenvolve o cérebro

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Mesmo no meu moderno iPod Touch não dispenso o velhinho Tétris. O site The Escapist dá-me , a todos os fans do jogo, uma boa notícia: o Tétris ajuda a desenvolver certas partes do cérebro. O vício compensa!

Aqueles que partem

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Vemos sempre pelos olhos dos outros quando alguém lhe parte. Lembramo-nos de quem já nos partiu, partindo. Pior. Lembramo-nos de quem ainda vai partir, irremediavelmente à nossa frente. Não sabemos nunca o que dizer. As convenções dos pêsames ou do lamento ou do tou aqui são tão fracas para tão forte dor. Tu estás aqui mas não é esse o problema. O que doi é que quem partiu não volta mais.
É a sombra, o calor, a voz e tudo mais que nos fica a fazer falta. É a lacinante picada do não mais abraçar que doi. E, nestes dias, ficamos tristes. Não realmente pelo outro que perde mas porque sabemos quem já perdemos e, temos sempre medo de perder mais.
Poderemos sempre lembrar as boas memórias que começamos a ter com sorrisos daqueles que partem mas, só sorrimos passado muito tempo. Aqueles que partem vivem em nós. Mas, não nos chega.

Hitler em campanha publicitária

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Parece não haver sítio onde haja uma maior sensibilidade quanto ao nazismo do que na própria Alemanha. Parece ainda haver um sentimento de culpa entre os germânicos por actos que foram cometidos por outros antes de muitos deles terem nascido.
Uma nova campanha publicitária está a causar grande polémica na Alemanha. O vídeo, de combate à SIDA, mostra um casal a copular. No fim, vê-se que o homem é Hitler e o slogan da campanha é "A SIDA é um assassíno em massa".
Sensibilidades à parte, a mensagem é fortissíma, e, portanto bastante eficaz.
Ler mais aqui.

Cinema - Assalto ao Metro 123

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Denzel Whashington é um alto quadro do Metro de Nova Iorque que, por se ver envolvido num alegado caso de corrupção é deslocado para a central de controlo de tráfego. É nessas funções que assiste à tomada do Metro 123 por um grupo criminoso liderado por John Travolta. Mesmo não sendo a pessoa ideal com quem o criminoso deva discutir a situação acaba por agradar a Travolta que faz dele o seu único contacto. Travolta quer 10 milhões de euros e o Presidente da Câmara, James Gandolfini tem que os providenciar. O heroí acidental tem a ajuda do polícia John Turturro.
Um belo cast desperdiçado num remake que podia ter ficado debaixo de terra. A trama não acrescenta nada aos filmes de reféns que existem e, nem o raptor nem o acidental heroí têm um papel que nos faça lembrar deles durante muito tempo. Chato e prevísivel.




Mélanie Laurent

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Christoph Waltz

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Cinema - Inglourious Basterds

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Quentin Tarantino regressa para nos presentear com um festival da mais profunda demência rísivel. Inglourious Basterds é a história de um peculiar grupo de homens (os Basterds do título) que não estão "no negócio de fazer prisioneiros" sendo a sua única ocupação e arrisco-me a dizer gozo, matar judeus. Mas, há a fabulosa Shosanna Dreyfus que nunca encontra os "Sacanas" mas bem podia ser um deles e, há a melhor personagem do filme: Landa.
Capítulo I: É-nos apresentado Landa. O Caçador de Judeus chega a casa de um camponês de Nancy e, fala francês sendo muito cordial, pondo o dono da casa à vontade e, após uma demente reflexão sobre como os alemães seriam falcões e os judeus ratos, passa, já em inglês a perguntar onde abriga o atormentado agricultor a judia família Dreyfus. Apresentado cinismo e brilhantismo de Landa, chega a primeira cena de violência com a matança dos Dreyfus. Apenas Shosanna se escapa.
Depois são-nos apresentados os Basterds: o Tenente Aldo, o Apache, com um cerrado sotaque do Tennessee (que não fala uma palavra de mais nada, como se vê no cinema onde é suposto fazer de italiano); Donny o "Urso Judeu" cuja especialidade é matar nazis com um taco de basebol e ainda o intratável Hugo Stiglitz , um alemão com pouca simpatia pelo nazismo e que matou oito oficiais antes de encontrar os Basterds que lhe elogiam o trabalho mas lhe perguntam se ele quer tornar-se pro. Torna-se.
Em paralelo, Shosanna, a jovem que fugiu da matança de Landa, é a jovem dona de um cinema parisiense onde, através de um jovem herói de guerra alemão, se vai estrear o novo filme do Ministro da Propaganda, Goebbels. Nessa noite o Estado Maior alemão reune-se e tanto Shosanna como os Basterds arquitectam planos para matar os altos quadros nazis.
Esta é a história mas o que se bebe da fita é a loucura brilhante de Landa; o simplismo de Aldo e a violência extrema dos Basterds, a classe da agente-dupla Bridget, a beleza e arrojo de Shosanna e, os incontroláveis risos que nos provocam os mais pequenos pormenores que Tarantino nos oferece. No fim, como diz o guião "risos tétricos".

Foi este filme, Inglourious Bastards nos EUA, que originou o nome Inglourious Basterds

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Farsa

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O Rock in Rio procura uma nova apresentadora. As interessadas enviaram um vídeo e foram escolhidas as cem melhores. Nesta fase o público votaria nas suas 20 favoritas. E votou. Mas, as 20 favoritas do público não foram as 20 que passaram à última fase, tendo ficado pelo caminho pessoas com mais de 10.000 votos, passando pessoas com menos de 100 votos.
Saber mais aqui.

Livros para não esquecer

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Fez ontem 70 anos que a Alemanha invadiu a Polónia e, iniciou a II Guerra Mundial. A Alemanha Nazi e a sua caminhada para o extermínio da raça judia fez seis milhões de mortos (estimativa). Não se comemoram os 70 anos mas, assinalam-se, para que, a Humanidade nunca esqueça o quão baixo já desceu para que não volte a cometer os mesmos erros. Não que o Homem não continue capaz dos piores massacres e actos diabólicos mas, a II GM e o Nazismo foram o expoente máximo da crueldade humana. Para nunca esquecer podemos contar com as letras. Dos que viveram o horror e, dos que apenas o imaginam.
Sugestões para não esquerecer.
Brincar é preciso. Começo pelo guião de Sacanas sem lei, de Quentin Tarantino que parodia a Guerra. É preciso saber gozar com as coisas sérias, concordo. Mas, como em A Vida é Bela de Begnini, é preciso ler nas entrelinhas e, ver que de nos rimos de coisas muito profundas.
A vítima mais famosa do Nazismo. A holandesa Anne Frank escreveu o seu diário de menina feliz até amedrontada judia procurada e encontrada pelos nazis.

Uma viagem de horror do italiano Primo Levi ao interior dos campos de extermínio. Impressionante.


O outro lado. As confissões de um soldado nazi.


Do americano Norman Mailer, foi lançado em 1948 e relata a resistência do espírito humano na guerra.




TV Memória - Alf

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Alf era um alien castanho, peludo e baixote que, um dia aterrou no quintal de uma típica família americana e por lá ficou a viver. O seu talento para arranjar sarilhos e a sua alarvidade em relação a bolos e gatos proporcionaram-me muitas risadas.
A série da NBC passou de 1986 até 1990 e dividiu-se em 102 episódios de 24 minutos onde tudo girava à volta do talento de Alf para arranjar problemas e da família para os resolver.