Filme - Para a minha irmã

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Nick Cassavetes é especialista em fazer chorar as pedras da calçada, senão olhemos para John Q. ou para O Diário da nossa paixão. Mas, desta vez, não há quem entre na sala de cinema que não saia lavado em lágrimas.
Para a minha irmã conta a história de uma miúda de 15 anos que sofre de leucemia há 14. Para tentar salvar-lhe a vida, os pais (Cameron Diaz numa bela actuação e Jason Patric morno) decidem ter outra filha que durante a sua vida de 11 anos vai doando medula, glóbulos e tudo o que fizer falta à irmã. É a irmão mais nova que assegura a vida à mais velha mas, farta de ser tratada como um "depósito de peças suplentes" a pequena Anne (uma amorosa e promissora Abigail Breslin que descobrimos em Uma família à beira de um ataque de nervos) decide processar os pais e começa em tribunal um processo para conseguir a emancipção médica com a ajuda de um conhecido advogado (Alec Baldwin).
O filme toca todos ao ver uma criança de cabeça rapada, a fazer quimioterapia, a vomitar sangue e a tentar puxar pela família. A mãe que deixou de viver para se dedicar à doença da filha é uma bela personagem. A pequena irmã que também quer ser importante para a mãe está bem construída mas, dá ideia de que o filme é demasiada disperso e pensa que basta colocar as pessoas a chorar.
Falta explorar mais o pai (Jason Patric está sem sal e já o vimos fazer melhor), falta que as história que gravitam à volta da doença de Kate sejam mais complexas. Falta conteúdo para além do telefilme dramático.

Filme - Millenium I

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Para continuar o vício Millenium, estreia já quinta-feira, o filme "Os homens que odeiam as mulheres" que reúne a nata dos actores suecos.

Livro - A rainha no palácio das correntes de ar

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Dei comigo ontem à noite a exultar com o julgamento de Lisbeth Salander e, a desejar que, finalmente os "maus" pagassem pelos seus crimes. Chegar ao fim da Triologia Millenium de Stieg Larsson é chegar ao fim da gloriosa escrita de Larsen, recheada de complexos personagens, de histórias paralelas e, fazendo a diferença a mestria descritiva. Deu-me um enorme gozo ler a triologia mas, o sentimento de pena, que atingiu, milhões de fans, também me atingiu: Larsen morreu pouco depois de entregar os três livros à editora. Deveriam ser dez.

Livro - A Segunda Guerra Mundial

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Comprei na semana passada um livro de respeito: A Segunda Guerra Mundial de Martin Gilbert. Para além do título e nome do autor, a capa tem a palavra "Magnífico" que vem da crítica literária feita pelo New York Times.
E, magnífico é, de facto, a palavra que melhor descreve este livro. É um "calhamaço" de 1008 páginas, numa bela edição da D. Quixote, com milhares de imagens, mapas e outros elementos que ajudam a visualizar o que é escrito.

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Morreu ontem o herói de milhões de mulheres. Patrick Swayze de 57, não resistiu a um cancro apesra de ter lutado muito e ferozmente contra a doença. Como legado deixa filmes inesquéciveis como Ghost e, principalmente, Dirty Dancing.

Gostei!

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Confesso que tinga dúvidas mas, o Daily Show dos Gato resultou muito bem. Boas piadas, entrevista provocadora e um Sócrates descontraído e a esquivar-se bem. Um bom momento.

Gato Fedorento esmiuçam os sufrágios

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Os Gato Fedorento, o melhor do humor português desde a "queda" de Herman José, voltam já amanhã. Farão já amanhã um Daily Show à portuguesa, provocando diariamente um convidado político. Mal posso esperar.

Cinema - O outro homem

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Liam Neeson, Antonio Banderas, Laura Linney e Romola Garai são bons actores mas, este O outro homem é demasiado prevísivel para ser um bom filme. No cinema já se repetiu demasiadas vezes a história da mulher que trai o marido e da loucura do marido em conhecer o outro homem. É verdade que esta busca por vingança é fria e calculista e há um mais ou menos surpreendente twist mas, não chega.

DVD - Páginas de liberdade

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Hilary Swank interpreta a história (baseada em factos verídicos) de uma professora que dá aulas a uma turma problemática. A jovem Erin Gruwell ia cheia de ambição e ilusão para o seu primeiro ano de trabalho mas, encontrou na turma da sala 203 um conjunto de alunos com pouco interesse em aprender. Na vida daqueles miúdos interessava mais sobreviver às eternas lutas de gangues e ganhar respeito protejendo os seus do que aprender. Mas, Erin Gruwell, deixou-se tocar pelos alunos e, eles por ela. Se, a dinâmica lembra Mentes Perigosas, este filme tem cenas muito mais fortes onde um dos alunos revela que é sem-abrigo mas nas aulas se sente em casa; onde uma mexicana afirma em tribunal que foi outro mexicano a matar um camojano em vez de acusar injustamente um negro e, é por isso maltratada. Por atrás a história de como Erin deixou para trás a vida pessoal mas, dessa relação apenas sobresaem algumas cenas sem sal com Patrick Dempsey.

Miss Gruwell pediu a cada um dos alunos que começasse a escrever um diário. Esses diário foram publicados em livro em 1999, e, a professora e os alunos fundaram a Freedom Writters Foundation para que a história daquela sala se possa repetir.

8 9/11

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CD - The Resistence dos Muse está a chegar

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É obrigatório ler a Q deste mês enquanto se espera.


O Tétris desenvolve o cérebro

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Mesmo no meu moderno iPod Touch não dispenso o velhinho Tétris. O site The Escapist dá-me , a todos os fans do jogo, uma boa notícia: o Tétris ajuda a desenvolver certas partes do cérebro. O vício compensa!

Aqueles que partem

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Vemos sempre pelos olhos dos outros quando alguém lhe parte. Lembramo-nos de quem já nos partiu, partindo. Pior. Lembramo-nos de quem ainda vai partir, irremediavelmente à nossa frente. Não sabemos nunca o que dizer. As convenções dos pêsames ou do lamento ou do tou aqui são tão fracas para tão forte dor. Tu estás aqui mas não é esse o problema. O que doi é que quem partiu não volta mais.
É a sombra, o calor, a voz e tudo mais que nos fica a fazer falta. É a lacinante picada do não mais abraçar que doi. E, nestes dias, ficamos tristes. Não realmente pelo outro que perde mas porque sabemos quem já perdemos e, temos sempre medo de perder mais.
Poderemos sempre lembrar as boas memórias que começamos a ter com sorrisos daqueles que partem mas, só sorrimos passado muito tempo. Aqueles que partem vivem em nós. Mas, não nos chega.

Hitler em campanha publicitária

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Parece não haver sítio onde haja uma maior sensibilidade quanto ao nazismo do que na própria Alemanha. Parece ainda haver um sentimento de culpa entre os germânicos por actos que foram cometidos por outros antes de muitos deles terem nascido.
Uma nova campanha publicitária está a causar grande polémica na Alemanha. O vídeo, de combate à SIDA, mostra um casal a copular. No fim, vê-se que o homem é Hitler e o slogan da campanha é "A SIDA é um assassíno em massa".
Sensibilidades à parte, a mensagem é fortissíma, e, portanto bastante eficaz.
Ler mais aqui.

Cinema - Assalto ao Metro 123

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Denzel Whashington é um alto quadro do Metro de Nova Iorque que, por se ver envolvido num alegado caso de corrupção é deslocado para a central de controlo de tráfego. É nessas funções que assiste à tomada do Metro 123 por um grupo criminoso liderado por John Travolta. Mesmo não sendo a pessoa ideal com quem o criminoso deva discutir a situação acaba por agradar a Travolta que faz dele o seu único contacto. Travolta quer 10 milhões de euros e o Presidente da Câmara, James Gandolfini tem que os providenciar. O heroí acidental tem a ajuda do polícia John Turturro.
Um belo cast desperdiçado num remake que podia ter ficado debaixo de terra. A trama não acrescenta nada aos filmes de reféns que existem e, nem o raptor nem o acidental heroí têm um papel que nos faça lembrar deles durante muito tempo. Chato e prevísivel.