Aprender a ser feliz
Terá encontrando. Nos EUA formou-se em Psicologia e Filosofia e, foi professor da cadeira mais concorrida de Harvard: Psicologia Positiva.
Guru da felicidade ensina que devemos procuarar a felicidade porque as pessoas felizes são capazes de enfrentar melhor mesmo os tempos mais adversos.
Ben-Shahar sugere seis passos para se encontrar a felicidade:
1-Permita-se ser humano. Quando aceitamos as nossas emoções – seja o medo, a tristeza e a ansiedade – como algo natural, temos maiores possibilidades de as ultrapassar. Rejeitar as emoções, positivas ou negativas, conduz à frustração e a infelicidade.
2 - A Felicidade reside na intersecção entre o prazer e o significado. Seja no trabalho ou em casa, o objectivo é envolvermo-nos em actividades que sejam, em simultâneo, significativas, em termos pessoais, e agradáveis.. Quando isto não for possível, garanta que consegue ter “injecçoes” de felicidade, momentos ao longo da semana que lhe proporcionam, em simultâneo, prazer e significado.
3 - Lembre-se sempre que a Felicidade está sobretudo dependente da nossa disposição mental, do nosso estado de espírito, e não do estado da nossa conta bancária. Capaz de suportar circunstâncias extremas, o nosso nível de bem estar é determinado por aquilo em que decidimos focar-nos (a parte cheia ou vazia do copo) e pela forma como interpretamos os acontecimentos que são exteriores a nós. Por exemplo, vimos os nossos falhanços como catastróficas ou como oportunidades únicas de aprendizagem e de crescimento?
4 - Simplifique! Estamos, de forma geral, demasiado ocupados a tentar encaixar mais e mais actividades em menos e cada vez menos tempo. A quantidade influencia a qualidade e comprometemos a nossa felicidade ao tentar fazer coisas em demasia.
5 - Lembre-se da ligação Mente-Corpo. Aquilo que fazemos – ou deixamos de fazer – com os nossos corpos influencia a nossa mente. Exercício Regular, um sono adequado e uma alimentação saudável conduzem a uma boa saúde física e mental.
6 - Exprima gratidão sempre que possível. Encaramos demasiadas vezes as nossas vidas como garantidas. Aprenda a apreciar e a saborear as coisas maravilhosas da vida, desde as pessoas à comida, da natureza a um simples sorriso
Never fade away
My life
You electrify
my life
Let's conspire
to re-ignite
All the souls that would die just to feel alive
But I'll never let you go
If you promised
not to fade away
Never fade away
E agora ando a ler isto....
Comecei hoje de manhã e já estou preso. Não é nenhuma obra prima mas, é divertido. É o que quero.
Preview - 2666 de Roberto Bolaño
Filme - Para a minha irmã
Nick Cassavetes é especialista em fazer chorar as pedras da calçada, senão olhemos para John Q. ou para O Diário da nossa paixão. Mas, desta vez, não há quem entre na sala de cinema que não saia lavado em lágrimas.
Para a minha irmã conta a história de uma miúda de 15 anos que sofre de leucemia há 14. Para tentar salvar-lhe a vida, os pais (Cameron Diaz numa bela actuação e Jason Patric morno) decidem ter outra filha que durante a sua vida de 11 anos vai doando medula, glóbulos e tudo o que fizer falta à irmã. É a irmão mais nova que assegura a vida à mais velha mas, farta de ser tratada como um "depósito de peças suplentes" a pequena Anne (uma amorosa e promissora Abigail Breslin que descobrimos em Uma família à beira de um ataque de nervos) decide processar os pais e começa em tribunal um processo para conseguir a emancipção médica com a ajuda de um conhecido advogado (Alec Baldwin).
O filme toca todos ao ver uma criança de cabeça rapada, a fazer quimioterapia, a vomitar sangue e a tentar puxar pela família. A mãe que deixou de viver para se dedicar à doença da filha é uma bela personagem. A pequena irmã que também quer ser importante para a mãe está bem construída mas, dá ideia de que o filme é demasiada disperso e pensa que basta colocar as pessoas a chorar.
Falta explorar mais o pai (Jason Patric está sem sal e já o vimos fazer melhor), falta que as história que gravitam à volta da doença de Kate sejam mais complexas. Falta conteúdo para além do telefilme dramático.
Filme - Millenium I
Para continuar o vício Millenium, estreia já quinta-feira, o filme "Os homens que odeiam as mulheres" que reúne a nata dos actores suecos.
Livro - A rainha no palácio das correntes de ar
Livro - A Segunda Guerra Mundial
Comprei na semana passada um livro de respeito: A Segunda Guerra Mundial de Martin Gilbert. Para além do título e nome do autor, a capa tem a palavra "Magnífico" que vem da crítica literária feita pelo New York Times.
E, magnífico é, de facto, a palavra que melhor descreve este livro. É um "calhamaço" de 1008 páginas, numa bela edição da D. Quixote, com milhares de imagens, mapas e outros elementos que ajudam a visualizar o que é escrito.
Morreu ontem o herói de milhões de mulheres. Patrick Swayze de 57, não resistiu a um cancro apesra de ter lutado muito e ferozmente contra a doença. Como legado deixa filmes inesquéciveis como Ghost e, principalmente, Dirty Dancing.
Gostei!
Confesso que tinga dúvidas mas, o Daily Show dos Gato resultou muito bem. Boas piadas, entrevista provocadora e um Sócrates descontraído e a esquivar-se bem. Um bom momento.
Gato Fedorento esmiuçam os sufrágios
Os Gato Fedorento, o melhor do humor português desde a "queda" de Herman José, voltam já amanhã. Farão já amanhã um Daily Show à portuguesa, provocando diariamente um convidado político. Mal posso esperar.
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