Livros- A medida do Mundo

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Sou profundo admirador dos escritores vindos da Alemanha, têm uma certa frieza a escrever mas são tremendamente eficazes na sua escrita. A medida do Mundo escrito por Daniel Kehlmann é eficaz porque está bem escrito e sabe entreter e ensinar.
O romance gira à volta de um debate de ideias entre dois gigantes do Iluminismo alemão (o livro passa-se no em 1828 em pleno Século das luzes) , em Berlim do séc. XIX encontram-se Alexander von Humbolt e Carl Friedrich Gauss para discutir as suas ideias.
O autor descreve a vida de ambas as figuras num exercício muito interessante de escrita. A devorar.

Excerto:
"É estranho e imjusto que, afirmou Gauss, precisamente um exemplo da mesquinha casualidade da existência, que as pessoas nasçam num determinado tempo e a ele fiquem presas, quer queiram quer não. Dá-lhes uma vantagem injusta em relação ao passado e faz deles palhaços perante o futuro" A medida do Mundo de Daniel Kehlmann, Editorial Presença, página 10

Cinema-O Homem do ano

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Robin Williams é um talentoso actor, para além de provas dadas na comédia já o mostrou ser também em filmes "mais sérios" como Insomnia ou Câmara Indiscreta.

Regressa agora com este "O homem do ano" onde faz o papel de um apresentador de um talk-show (pensem em Jonh Sweart) que se candidata a presidente dos EUA e graças a um erro informático ganha.

Aparentemente o filme é apenas uma paródia simplista à política. Olhando mais atentamente vê-se que o filme é, afinal uma muito interessante e incisiva crítica à política em geral e às de Bush em particular.

Filme para ver só por quem saiba ler nas entrelinhas.


Frase do filme: "As fraldas e os políticos devem ser mudados com frequência. E sempre pela mesma razão."

A nova seleção

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Já não sou tão fan de Scolari como já fui em 2004. Penso que o seu tempo já passou e tem teimosias que não entendo. Ainda assim venho aqui elogiar o actual momento da equipa das quinas.

Nos últimos dois jogos, Portugal venceu em Londres o Brasil por 2-o e com toda a justiça e neste fim-de-semana goleou a Bélgica por uns claros 4-0 no Alvalade XXI, estádio talismã da seleção.

Portugal é desde o Euro 2004 uma potência europeia e no momento actual continua a ser apesar de Rui Costa, Pauleta e Figo (os melhores jogadores portugueses dos últimos anos e no caso de Figo o melhor de sempre a seguir a Eusébio) se terem retirado.

O ambiente que se vive hoje em dia é de renovação, uma renovação subtil e calma que Scolari está a fazer com mestria. Vejamos: na baliza procura-se já o futuro e tem sido convocado Daniel Fernandes do PAOK; na defesa Tonel do Sporting já mereceu a sua oportunidade e Manuel da Costa do PSV tem vindo a ser integrado no grupo; no meio campo Costinha e Maniche perderam gás e quem tem vindo a ser chamado é Moutinho do Sporting, Meireles do Porto e Tiago do Lyon tem ganho notorieadade e finalmente no ataque destaque para o extremo Nani que sempre que é chamado joga bem e para Almeida que quando passar a ser titular poderá dar alegrias.

Mas ainda falta dar oportunidades a muita gente. Uma das lacunas da equipa é a lateral esquerda onde jogam os adapatados Caneira do Sporting ou Ferreira do Chelsea. Como solução sugiro Marco Ramos, luso-francês e lateral esquerdo revelação da Liga francesa ao serviço do Lens, Antunes do Paços de Ferreira e Gonçalves do Hearts.

Para o meio campo penso que é injusto não se convocar Mendes do Portsmouth, Fernandes do Everton em breve será presença regular nas convocatórias e penso ainda que José Pedro do Belenenses poderia ter um "chance".

No ataque Scolari convoca quem tem, o que em termos de pontas de lança não é muito, esperemos que Vaz Tê do Bolton e Yannick do Sporting comecem a despontar e a marcar com mais frequência porque Gomes e Postiga precisam de substitutos.

O futuro será grande e é uma questão de tempo até outros nomes como Veloso ou Hélder Barbosa se juntem a uma grande seleção onde Deco, Ronaldo e Quaresma fazem jogos dignos dos melhores jogadores do mundo, que de facto são.

O grande português

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António Salazar, estadista que governou Portugal de 1932 a 1968, foi eleito pelos votantes do concurso "Os grandes portugueses" como o maior português de todos os tempos. Tendo em conta que Salazar era um ditador que manteve Portugal em sub-desenvolvimento e se orgulhava de governar um país que cegava com a política dos três F´s - fado, futebol e fátima esta decisão de o eleger como o grande português causa-me uma certa apreensão.

Salazar nasceu a 28 de Abril de 1889 em Santa Comba Dão, fraquentou o seminário mas acabou por não se tornar padre indo em vez disso estudar para Coimbra onde se formou em Direito.

Em Coimbra tornou-se professor e com a inteligência que não lhe nego começou a ganhar poder e influência.

Em Coimbra teve também formação em Finanças e ganhou uma certa aurea de mago das finanças o que lhe valeu dois convites para integrar o governo português. O primiero recusou-o, o segundo aceitou e, uma vez em Lisboa começou a trepar na hierarquia do poder até chegar ao topo fazendo crer ser o único homem capaz de salvar Portugal da crise económica de então.

Salazar foi um ditador, criou a censura que limitou e castigou qualquer laivo de criatividade que fosse contra as ideias de Salazar, criou a mocidade portuguesa claramente inspirada na Juventude Hitleriana e criou a PIDE, polícia do estado que perseguiu, prendeu, torturou e diz-se matou pessoas de livre pensamento.

Salazar queria um povo português estúpido porque se pensasse perceberia que Salazar não era um salvador mas sim um ditador. Mas o povo que ontem elegeu Salazar como o Grande Português já não é analfabeto e "saloio" como o de então o que mostra uma realidade triste. Tristes os tempos em que um diatdor morto há anos é eleito como o maior homem da história do seu país.

Afinal Salazar está vivo. Para a estupidez e em força!

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A vontade

é a habilidade de sorrir

nos dias de chuva

fazendo um Verão à parte

verão que a minha vontade partirá

se tu o que quiseres

A morte da voz

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Era fácil nos anos em que a maturidade


não me habitava


sorrir


voar


e cantar


sorria e devastava


com a mítica facilidade do génesis


cada completo e engalanado espectro de dor


voava acompanhado


quer aquele pássaro que tinha em cada primavera


um novo ninho


quer aqueles sonhos que perto do sol se derreteram


e cantava-te poemas


como se fosses uma musa que nunca serás


cantava rouco aquelas músicas que ouvi


das vezes que espreitei aquele mar seco


é difícil


ser adulto


e perder o mapa


que me levou ao sorriso


é cruel não mais saber voar


e anunciar num fado a morte da voz

Será isto um soneto?

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Hoje acordei Páris

e lancei-me ao mar

lá para o outro lado

Tróia dos sorrisos


Ela ia comigo

mas ficou na Grécia

ela chegou a porto seguro

na insegurança do meu pensamento


Ela provocou-me

a guerra

de ser em mim toda a paz


E mandaram-nos

um cavalo e lá iam presos

para te salvar homens livres

Elegia curta e grega

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Hoje acordei Heitor


Amei sendo Páris


E morri Aquiles


O homem solitário

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Solidão. Eis uma palavra em que Luís se banhava todos os dias da sua rídicula existência. Acordava todos os dias à mesma hora, saia de casa à mesma hora, entrava e saia do trabalho à mesma hora e à mesma hora ia dormir. Dos ponteiros da manhã até aos ponteiros da noite nada parecia mudar. Era escura a vida de Luís.

Um dia começou a sentir-se mal. O peito cheio, dores no coração. Parecia que tinha em si mil angústias presas e que elas lhe enchiam o peito ameaçando explodir-lhe as carnes contra o mundo. Foi a vários médicos mas muitos meses de exames e comprimidos apenas o fizeram mergulhar num quadro mais negro do que a sua amiga e habitual negritude.

Um dia quis acabar com tudo, foi até à ponta e tragicamente ia atirar-se. Ela ia a passar de carro. A madrugada ameaçava-se fazer-se dia e ela parou na ponte ainda vazia.

Correu até ele e disse para ele parar. Ele não se mexeu. Ela beijou-o. Nunca se tinham visto.

Ele sentiu todo o peso do peito lançar-se ao rio mas ele curiosamente não tinha ido para o rio nem para a eternidade de um um sono desconhecido, ele ainda estava ali e estava dentro da boca dela como que a ver-lhes os sonhos.

Ela voltou para o carro e ele seguiu-a. Ela deixou-o em casa sem lhe dar o corpo. Ele pintou a vida a novas cores, nunca mais a viu mas estava curado, o peito já não lhe pesava. Ela beijou-o e apresentou-o à esperança.

Cinema- Música e letras

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Hugh Grant é o rei das comédias românticas (esse género de cinema que é visto como "light" e menor mas que diverte milhões de pessoas em todo o mundo) e regressa em grande no seu novo filme: Música e letra.

Este é na minha opinião o melhor filme romântico que Grant já fez pois é original. É claro que existe a habitual história do homem e a mulher que se amam mas só podem viver felizes para sempre depois de duas horas de cómicas peripécias mas este filme tem algo mais. Um "je ne sais pas quoi".

A história é muito original e divertida. Uma antiga estrela pop dos anos 80 (um genial Hugh Grant) caída em desgraça e esquecida é convidada pela diva pop da actualidade (uma sátira a Cristina Aguilera e Britney) para em tempo record compor um dueto.

O problema é que o cantor nunca tinha escrito uma letra antes e precisa da ajuda de uma misteriosa rapariga que lhe rega as plantas e se revela uma grande escritora.

O filme funciona bem devido à história original, à crítica leve mas ao mesmo tempo profunda à indústria musical e funciona também pela química da dupla Grant-Drew Barrymore.


PS: A primeira cena do filme vale por si só o bilhete de cinema. Uma divertida recriação dos videoclips dos anos 80 onde se vê Hugh Grant com roupa, penteado e "moves" de "popstar". Hilariante.

Cinema- O véu pintado

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Na China de 1935 colonizada pela Inglaterra um médico apaixona-se por uma menina mimada que se casa com ela apenas para escapar ao domínio dos pais. Cedo o casamento corre mal quando Kitty começa a trair o marido que não ama.


Como castigo o médico oferece-se para dirigir as operações de combate a um surto de cólera numa região remota e abandonada da China, a mulher infiel acompanha-o.


Depois o prevísivel: a situação desesperada do surto de cólera aproxima o casal que por fim vive o seu amor.


Destaque para a calsse do par principal Naomi Watts e Ed Norton que são o filme, eles brilham numa história com pouca imaginação mas ainda assim interessante como estudo da socieadade da altura na China.

O mundo encantado de Beatrix Potter

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"Once upon a time there were four rabbits", assim começa "The tale of Peter Rabbit" de Beatrix Potter, o primeiro livro da autora inglesa que é a autora de livros infantis mais vendida de sempre.


Peter (ou Pedrito nos livros em português) é um simpático coelho que nasceu da arte de Miss Potter, Miss Potter essa que arriscou a arte de contar e pintar histórias quando uma rapariga de famílias abastadas devia apenas sonhar com um bom casamento. Beatrix não era assim, vivia no seu próprio mundo.


Chega agora aos cinemas a história da vida de Beatrix. Num filme bonito e sensível vemos um bom desempenho de René Zellwegger ( Diário de Bridget Jones, Chicago, Cold Mountain) que apesar de não ser das minhas actrizes de eleição e de não estar à altura de uma Nicole Kidman ou Charlize Theron desempenha neste filme o papel central com competência.


Vemos todas as facetas da vida de Potter: a arte como centro da sua vida pondo de parte o casamento, a sua esperança e teimosia em ser publicada, o seu caso amoroso com o seu editor Norman Warne, a díficil relação com a mãe e ainda o seu lado de ecologista que a levou a comprar e preservar várias quintas no campo britânico.


É um filme sem grandes reviravoltas e sem grandes surpresas mas é um filme bem feito que mostra uma biografia interessante de uma mulher à frente do seu tempo (1866-1943) que é a maior escritora de livros infantis da história da humanidade.




PS: O filme vale também pelas bonitas paisagens e como estudo da sociedade inglesa de 1900.

Fur- Um retrato imaginário de Diane Arbus

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Confesso que tenho a mania de me documentar antes de ver um determinado filme, gosto de ler todas as críticas acerca do filme, ler as biografias dos actores e outros dados que tais. Confesso também que ontem fui ver este Fur sem estar documentado porque me convidaram meia hora antes da hora da sessão. Sabia apenas que no filme entrava Nicole Kidman, actriz da nata de Hollywood.






E confesso, nesta maré de confissões, que adorei o filme e também o adorei devido à surpresa de não saber nada sobre o que ia ver.



Em primeiro lugar destaque para o título. Fur em inglês quer dizer pele não no sentido de pele humana (skin) mas no sentido de peles de animal com os quais se fazem casacos de pele ou ainda no sentido de pelo de animal. Já o subtítulo português remete para aquilo que é o filme: uma biografia da famosa fotografa americana Diane Arbus mas, uma biografia imaginada e não totalmente verdadeira.






Diane Arbus fotografou os freaks de um certo imaginário burlesco, Diane fotografou anões, prostitutas e numa das suas mais célebres fotos tirou o retrato de "As gémeas de Roselle" duas irmãs siamesas. A mim esta Diane que eu não conhecia faz-me lembrar o pintor francês Toulose-Lautrec também ele apaixonado por os freaks deste mundo umas vez que o próprio o era.






O filme é uma hino à imaginação e bebe-se de uma só trago. Assistimos à mutação de Diane de uma conformada dona-de-casa dos EUA dos anos 50 numa conformada freak. Diane parecia amar a família mas aquela vida não lhe chegava e através da descoberta do vizinho Lionel, revolta-se e liberta-se da sua vida banal.






Um exercício de cinema surreal e de compreensão para com as naturais dores dos génios num mundo demasiado pequeno para os suportar. Os génios carregam nas costas o peso do mundo. A ver, 4 estrelas.

A Bela e o Mestre

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O elogio da burrice


Cerca de sete anos depois do revolucionário Big Brother (perdão Senhor Orwell, eles não sabem o que fazem), a TVI apresentou domingo à noite o seu novo reallity show- A bela e o mestre.
O conceito consiste em por na mesma casa oito mulheres lindas mas burras e homens inteligentes mas feios. Assim as burras podem ensinar os nerds a ter estilo e os nerds devem ensinar as burras alguns conecitos da mais básica cultura geral.
Assisti a parte do programa de apresentação e, confesso fiquei abismado com aquilo que vi. As meninas uma por uma sentavam-se numa secretária exibindo a sua beleza e eram confrontadas pelo apresentador do programa com questões simples a que não sabiam responder.
Assustado com tão mau programa só vi poucos minutos, o suficiente para ver uma bonita Marina, ex-miss Portugal a olhar com ar de parva para a fotografia de Fidel Castro enquanto o apresentdor lhe perguntava quem era aquela pessoa. Quase orgulhosa da sua estupidez a jovem estudante de Comunicação (!!!!) não conseguiu identificar quem era uns dos homens mais conhecidos do mundo.
As mulheres que vi naquele dia são jovens, bonitas e estavam muito bens arranjadas mas transpiravam ignorancia por todos os poros e pior, não pareciam raladas com isso.Os homens eram os chamados cromos. Para mim este é um mau programa e se tivesse filhos não gostaria que eles o vissem.
Este programa apresenta a sociadade portuguesa como sendo dividida em mulheres burras e bonitas e em homens inteligentes mas sem sentido de moda.
Estes dois pressopostos estão errados: as mulheres portuguesas estão muito longe de serem burras e são elas que dominam em número e em resultados as Universidades lusas e os homens já não são assim tão nerds quanto isso, surgindo cada vez mais membros dessa tribo metrosexual.
Em suma, estou aqui a defender que em Portugal homens e mulheres não são tão maus como o novo programa os pinta mas se A bela e o mestre já tem tão boas audiências então se calhar o grau de inteligência dos tele-espectadores não anda muito longe das belas.

Os grandes jogos

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Neste fim-de-semana de 10 e 11 de Março jogaram-se dois jogos que na minha opinião são os mais apaixonantes da Europa do futebol. Na Catalunha jogou-se o Barcelona-Real Madrid e na Lombardia jogou-se o Inter-Milan.




Feridos pela recente eliminação da CL, Barça e Real apresentaram-se em campo para jogar ao ataque. E, aos 4 min Van Nistelrooy marcou o primeiro para os forasteiros. Pouco depois Leo Messi, a pulga atómica, empatou.


Mas o Camp Nou preparava-se para assistir a um jogo fabuloso e aos 12 min o holandês do Real voltou a por os brancos na frente para Messi antes da meia hora voltar a marcar e a colocar a partida empatada ao intervalo.


Na segunda parte o Barça quebrou, fruto da primeira parte veriginosa que fez, e o Real tomou conta do jogo. O golo do Madrid era inevitável e surgiu por Ramos a cerca de 15 min do fim. Mais surpresas estavam guardadas e Messi no melhor golo da noite empatou no último min de jogo.


Grande jogo. Nos da casa grandes exibições de Iniesta a mandar no meio campo e de Messi, nos brancos Ramos, Guti e Nistelrooy a jogarem muito bem.




Em Milão, o derby da cidade foi outro grande jogo. O Milan apesar de estar a 30 pontos do rival jogou de igual para igual com Seedorf a pautar todo o jogo rossoneri. Sem surpresas o primeiro da tarde seria pintado a vermelho e marcado por Ronaldo (jogou 4 anos no Inter).


Mas o Inter domina o pós-Calciocaos e marcou por Cruz que entrara dez segundos antes em campo. Ibrahimovic marcou o segundo e deu o 2-1 para os da casa. Figo terá sido provavelmente o melhor em campo.




Dois jogos de paixão que provaram que ainda vale a pena acreditar na beleza do futebol.